Jacques Douai — Les Peintres letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Les Peintres" de Jacques Douai.
Letra
nés pour être reconnu,
qui n'êtes appreciés
une fois bien pendu,
vous les peintres.
Combien donc guettez-vous
à cueillir les lauriers,
au bord de sans-le-sou,
qui souvent vous noyez,
dans l’absinthe.
Aujourd’hui chevronné
d’ancien crève-la-faim,
serai bien étonné
s’il revenait demain,
pauvre peintre.
De voir pousser le million
aux champs de leurs tableaux,
tandis qu’leurs illusions
ouvrissent dans un tombeau,
sans jacinthes.
Savais-tu monsieur Corot
qu'à peindre ce tableau,
en silence sans qu’ait haut,
tu peignes pour un sot,
si peu peintre.
Qui au-dessus de son bureau,
dans un coin de chic à veau,
t’a pendu, pourrait haut
pour te tourner le dos,
les mains jointes.
Ces âmes tu ignorais,
que t’es plus belle étoile,
sur les mers voguerais,
de Marseille au Bengale,
par Corinthe.
Vendu par des malins,
assurants leurs graphiques,
pour des sommes fantastiques,
dont tu ne touche rien,
toi le peintre.
Vous n'êtes mes corbeaux
pour ces rusés renards,
que le temps d’une expo,
qui vient toujours trop tard,
pour le peintre.
Fait’s votr' choix les rapins,
la mouise ou l’aigrefin,
et pivait dans la brume,
votre gloire est posthume,
comme les saintes.
Qu’il se nomme Manet,
Rembrandt ou bien Gauguin,
qu’il s’inspire des forêts,
crèvent à y chien,
tous les peintres.
Font ce rêve éternel,
devenir immortel,
n’accordont aux vivants,
que des baisers en blanc,
sans étreinte.
Mais sur de grands murs nus
ne seront point pendu
ces modestes pastels,
qu’on reproduit fidèle,
c’est reteint peintre.
Cela est merveilleux,
au lieu de monter aux cieux,
igné dans un grenier,
où là veut peu flâner,
sans s'éteindre.
Tradução da letra
nascido para ser reconhecido,
que não são apreciados
uma vez devidamente enforcado,
pintores.
Quantos?
para escolher os louros,
à beira de sans-le-sou,
que muitas vezes te afogas,
em absinto.
Hoje temperado
grevistas da fome à moda antiga,
Ficarei surpreendido.
se ele voltasse amanhã,
pobre pintor.
Para ver o milhão crescer
para os campos de suas mesas,
enquanto as suas ilusões
abrir numa tumba,
nada de jacintos.
Conhecia o Sr. Corot?
do que pintar este quadro,
em silêncio sem ter alto,
pintas para um tolo,
tão pequeno pintor.
Que por cima da secretária,
num canto de calf chique,
enforcei-te, podia Pedrar
para virar as costas,
mãos juntas.
Estas almas que não conhecias,
que és uma estrela mais bonita,
nos mares a remar,
de Marselha a bengala,
por Corinto.
Vendido por pessoas inteligentes,
garantir os seus gráficos,
por somas fantásticas,
do qual não tocas em nada,
você é o pintor.
Tu não és os meus corvos
por estas raposas astutas,
daquela vez para uma exposição,
que vem sempre tarde demais,
para o pintor.
Faz a tua escolha os ladrões,
mouise ou azedo,
and swung in the mist,
a tua glória é póstuma,
como os Santos.
Que o nome dele é Manet,
Rembrandt ou Gauguin,
que é inspirado pelas florestas,
morre em Y dog,
todos pintores.
Torna este sonho eterno,
tornar-se imortal,
não concordes com os vivos,
que beijos de branco,
nada de abraços.
Mas em grandes paredes nuas
não serão enforcados
estes pastéis modestos,
que reproduzimos fielmente,
é pintor pintado.
Isto é maravilhoso.,
em vez de ir para o céu,
ígneo num sótão,
onde há um pequeno passeio,
sem desligar.