Ivan Noble — No Retiro Lo Dicho letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "No Retiro Lo Dicho" de Ivan Noble.

Letra

Mi amor se gana el pan todos los días
Se raspa las rodillas,
Apura sin ganas el café de la mañana
Tira sus dados,
Baila valsecitos con los pies desafinados
Tu amor tiene la lágrima prohibida,
tristezas que hacen fila,
los párpados caídos y un adiós en el bolsillo,
atragantado,
juega a la soga en la casa del ahorcado
Cada cual carga sus cruces como puede
Cada quien es cartonero de su suerte
Y no retiro lo dicho, corazón
más vale lo firmo con mis huesos
porque hoy
yo no retiro lo dicho, corazón
más bien te lo firmo con mis dientes porque hoy
me quedo con vos…
Tu amor es una puta encariñada,
vestida a la marchanta,
que muerde cuando besa y se sube a la cabeza
mala bebida,
barco empecinado en el mar de las desdichas
Mi amor es un revólver mal guardado
que enviuda a cada rato
sueña en espirales y se come los amagues de tu mirada
tiritando a la orilla de tu espalda…
Cada cual carga sus cruces como puede
Todos somos desertores casi siempre
Y no retiro lo dicho, corazón:
más vale lo firmo con mis huesos
porque hoy
yo no retiro lo dicho, corazón
más bien te lo firmo con mis dientes porque hoy
me muero por vos…

Tradução da letra

Meu amor ganha o pão todos os dias
Ele raspa os joelhos,
Despacha te sem querer o café da manhã
Jogue seus dados,
Dança valsecitos com os pés desafinados
Seu amor tem a lágrima proibida,
tristezas que fazem a fileira,
pálpebras caídas e um adeus no bolso,
engasgado,
jogue corda na casa do enforcado
Cada um carrega suas cruzes como pode
Cada um é cartoneiro da sua sorte
E não retiro o que disse, Querida
é melhor assinar com os meus ossos
porque hoje
eu não retiro o que disse, Querida
antes assino te com os dentes porque hoje
eu fico contigo…
O teu amor é uma puta afeiçoada,
vestida à marchanta,
que morde quando beija e sobe na cabeça
má bebida,
barco empecinhado no mar das desgraças
Meu amor é um revólver mal guardado
que envia a cada momento
sonhe em espirais e coma os amagues do seu olhar
puxando para a margem das suas costas…
Cada um carrega suas cruzes como pode
Somos todos desertores quase sempre
E não retiro o que disse, Querida:
é melhor assinar com os meus ossos
porque hoje
eu não retiro o que disse, Querida
antes assino te com os dentes porque hoje
estou a morrer por ti…