Isabel Parra — La Hormiga Vecina letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La Hormiga Vecina" de Isabel Parra.
Letra
¿De qué le sirve al humano
Detenerse en las estrellas
Cuando vemos que de pobres
Está sembrada la tierra?
Declaro con humildad:
Yo soy la hormiga vecina
Que contemplaba las rosas
Separando las espinas
En este peregrinar
Se cruzaron diferencias
Entre abundancias ingratas
Y el frío de las conciencias
Con los ojos bien abiertos
La vida me dio razón
De que al grito de justicia
Se desarma el tiburón
Me llega por la mañana
Fragancia de una violeta
Y su perfume se clava
Como un mensaje en mi puerta
Me dice: Viene otra vida
Donde seremos hermanos
No me digan que las flores
Se olvidaron del humano
No le canto en amargura
Me refugio en la confianza
De un pueblo que ha desatado
Las llaves de la esperanza
Y si mi voz se desviara
Del camino denunciante
Le pusiera mil candados
Le dijera que no cante
Tradução da letra
De que serve o humano
Pare nas estrelas
Quando vemos que de pobres
A terra está semeada?
Declaro com humildade:
Eu sou a formiga vizinha
Que contemplava as rosas
Separando os espinhos
Neste peregrinar
Diferenças foram cruzadas
Entre abundâncias ingratas
E o frio das consciências
Com os olhos bem abertos,
A vida deu me razão
De que ao grito de Justiça
O tubarão está desarmado
Chega Me de manhã
Fragrância de uma violeta
E seu perfume é pregado
Como uma mensagem à minha porta
Diz-Me: vem outra vida
Onde seremos irmãos
Não me digam que as flores
Esqueceram-Se do humano
Não o canto em amargura
Eu Me refugio na confiança
De um povo que desatou
As chaves da esperança
E se a minha voz se desviasse
Do caminho denunciante
Eu colocaria mil Cadeados nele
Eu disse lhe para não cantar