Isabel Pantoja — Como Dos Barquitos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Como Dos Barquitos" de Isabel Pantoja.

Letra

Como una rosa alegre de primavera
Me vi ya caminito de los altares
Dispuesta a ser pa siempre tu compañera
Y darte el ramo blanco de mis azahares
Pero en lo más oscuro de mi sentío
De pronto, compañero, brilló una luz
Y vi que no eras bueno para marío
Quien iba a darme sólo pena de cruz
Poco duró la alegría
Lo nuestro ya se ha acabao
Somos la noche y el día
Cada uno por su lao
ESTRIBILLO:
Somos como dos barquitos
Que se cruzan por la mar
Y adiós con el pañolito
Nos decimos al pasar
Adiós barquita velera
Galeón de mi querer
Tu bandera y mi bandera
Ya no han de volverse a ver
Con los ojitos bajos, como los niños
Vendrás pidiendo a voces que te perdone
Mas yo no he de fiarme de tu cariño
Ni que te vea llorando por los rincones
Tienes que merecerme, farso cristiano
Y pasar el calvario que yo pasé
Si quieres que de nuevo ponga en mi mano
El anillo de hierro de mi querer
Donde te lleve la suerte
Será un barco perdío
Tengo que volver a verte
Llorando y arrepentío
(ESTRIBILLO)
Adiós barquita velera
Galeón de mi querer
Tu bandera y mi bandera
Ya no han de volverse a ver

Tradução da letra

Como uma rosa alegre da primavera
Já Me vi a caminho dos altares
Disposta a ser sempre tua parceira
E dar-te o ramo branco das minhas flores de laranjeira
Mas no mais escuro do meu sentimento
De repente, companheiro, brilhou uma luz
E vi que não eras bom para o Mario
Quem me ia dar só pena de cruz
Pouco durou a alegria
O nosso já acabou
Somos a noite e o dia
Cada um pelo seu lao
Refrão:
Somos como dois barcos
Que se cruzam pelo mar
E adeus com o lenço
Nós dizemos a nós mesmos ao passar
Adeus barquita velera
Galeão do meu querer
A tua bandeira e a minha bandeira
Já não têm de voltar a ver
Com olhos baixos, como crianças
Vens a pedir desculpa
Mas eu não confio no teu amor
Nem que te veja a chorar pelos cantos
Tens de me merecer, charlatão cristão
E passar o calvário que eu passei
Se queres que volte a pôr me na mão
O anel de ferro do meu querer
Onde a sorte te levar
Será um navio perdido
Tenho de voltar a ver te
Chorando e arrependido
(Refrão)
Adeus barquita velera
Galeão do meu querer
A tua bandeira e a minha bandeira
Já não têm de voltar a ver