Inti Illimani — El Equipaje Del Destierro letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "El Equipaje Del Destierro" de Inti Illimani.
Letra
Tú me preguntas como fue el acoso aquel que obtuve
Metes la lengua en mi cabeza,
en mi pensar, en mi algo.
Y bien, te dejo suponer que
abandoné mi pueblo.
Que huí rompiendo el crudo
umbral como un puma aterrado.
Pero yo te aseguro que no me han quitado nada.
Puesto que de esta tierra no me podrán apartar.
Pues como van a robar mi volcán y su volcana.
Desviar de mi alma el embocar
del río con su ría.
Hacharme en el paisaje el árbol
con su arboladura
Matarme en plena sien el rudo
piojo con su pioja.
Quemar con un fogón usual mi libro y su librea
Juntarse el yatagán con mi dolor
y su dolora.
Hacer agua en temporal mi bote con su bota
Batir en retirada mi conjuro y su conjura
Vibrar la cuerda de mi solfeo
con su solfear
Tú me preguntas como fue el acoso aquel que obtuve
Pones el ojo a ojear en la estación de mi memoria
Y bien concedo que al final
ganaron la batalla
Que falta conocer el resultado
de la guerra.
Pero confieso que yo no extravié un grano de polen
Puesto que de esta tierra no me podrán apartar.
Pues como van a extenuar mi caso con su casa
Adelgazar mi saco vecinal
con su saqueo.
Uncir mi canto universal de grillo a su grillete.
Vaciar de contenido mi araucano y su araucaria.
Cavar con fúnebre placer mi tumbo con su tumba.
Frenar la turbulencia de mi gesta con su gesto
El choque de mis esperantes
con su espera dura
El equipaje del destierro es mi maleta de humo.
Puesto que de esta tierra no me podrán apartar.
Tradução da letra
Você me pergunta como foi o assédio aquele que recebi
Metes a língua na minha cabeça,
em meu pensar, em meu algo.
E bem, deixo-te supor que
abandonei a minha aldeia.
Que fugi quebrando o petróleo
limiar como um puma aterrorizado.
Mas garanto-te que não me tiraram nada.
Já que desta terra não me poderão afastar.
Como vão roubar o meu vulcão e o seu vulcão.
Desviar da minha alma o embocar
do rio com sua ria.
Hacharme na paisagem a árvore
com o seu bosque
Matar me em plena consciência
piolho com a pioja.
Queimar com um fogão habitual meu livro e sua libré
Juntar o Yatagan com a minha dor
e a sua dor.
Fazer água no temporário meu barco com sua bota
Bata em retirada meu feitiço e sua conjura
Vibrar a corda do meu solfejo
com seu solfejo
Você me pergunta como foi o assédio aquele que recebi
Estás a olhar para a estação da minha memória
E bem concedo que no final
eles ganharam a batalha
Que falta conhecer o resultado
da guerra.
Mas confesso que não perdi um grão de pólen
Já que desta terra não me poderão afastar.
Como vão prolongar o meu caso com a sua casa
Emagrecer meu saco vizinho
com o seu saque.
Uncir meu canto universal de grilo a sua manilha.
Esvaziar de conteúdo meu araucano e sua Araucária.
Cavar com prazer funeral meu tumbo com seu túmulo.
Abrandar a turbulência da minha gesta com o seu gesto
O choque dos meus esperantes
com sua espera dura
A bagagem do exílio é a minha mala de fumo.
Já que desta terra não me poderão afastar.