Ian Anderson — The Little Flower Girl letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "The Little Flower Girl" de Ian Anderson.

Letra

Down at the church the flower girl sits. Legs innocent, apart.
I make the picture puzzle fit to start your heart.
Painted sister stopped beside. A word upon her saintly lip.
Perhaps admonishing the child inside the open slip.
I don’t know where she might go when she runs home at night.
It’s for the best: I wouldn’t rest when I turned out the light.
No little flower girl singing in my troubled dream----
just an old man’s model in a pose from a magazine.
I have touched that face a dozen times before. And I have let my pencil run.
Laid down washes on a foreign shore, under a hot and foreign sun.
My best sable brushes drift the soft inside of her arm.
Her chin I tilt, her breasts I lift. I mean no harm.
I close the door. She is no more until the next appointed hour.
Northeastern light push back the night: painted promises in store.
No little flower girl singing in my troubled dream----
just an old man’s model in a pose from a magazine.
Down at the church my flower girl sits. Legs innocent, apart.
I make the picture puzzle fit to start your heart.
My golden sable brushes drift the soft inside of her arm.
Her chin I tilt, her breasts I lift. I mean no harm.
I mean no harm. I mean................

Tradução da letra

Na Igreja, A Menina Das Flores senta-se. Pernas inocentes, separadas.
Faço com que o puzzle da imagem sirva para ligar o teu coração.
A irmã pintada parou ao lado. Uma palavra sobre o seu lábio Santo.
Talvez admoestando a criança dentro do Escorrega aberto.
Não sei para onde ela pode ir quando corre para casa à noite.
É melhor assim: não descansaria quando apagasse a luz.
Nenhuma florzinha a cantar no meu sonho problemático----
apenas um modelo de um velho numa pose de uma revista.
Já toquei nessa cara uma dúzia de vezes. E deixei o meu lápis correr.
Deitado lava-se em uma costa estrangeira, sob um sol quente e estrangeiro.
As minhas melhores escovas de zibelina arrastam-se para dentro do braço dela.
O queixo dela eu inclino, os seios dela eu levanto. Não quero fazer mal.
Eu fecho a porta. Ela não está mais até a próxima hora marcada.
A luz do Nordeste Faz recuar a noite: promessas pintadas na loja.
Nenhuma florzinha a cantar no meu sonho problemático----
apenas um modelo de um velho numa pose de uma revista.
Na Igreja, A Minha Menina Das Flores senta-se. Pernas inocentes, separadas.
Faço com que o puzzle da imagem sirva para ligar o teu coração.
As minhas escovas de zibelina douradas deslizam para dentro do braço dela.
O queixo dela eu inclino, os seios dela eu levanto. Não quero fazer mal.
Não quero fazer mal. Quero dizer................