I Ratti della Sabina — Fuori Dal Centro (Fiori Leggeri) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Fuori Dal Centro (Fiori Leggeri)" de I Ratti della Sabina.

Letra

Cammino lento e aspetto il tempo
che passa lento e aspetta me.
E con le mani piene di vento
io cerco il senso ai miei perché,
perché oggi non credo oppure non vedo
che questa nave possa partire
che da sfortuna nasce fortuna
che il temporale fa spazio al sole
e se non passa l’amarezza
dall’altra parte la girerò
e se non passa la tristezza
con altri occhi la guarderò
con gli occhi del cielo, e delle stelle,
con gli occhi più belli che si può
e con questi occhi dritto negli occhi
io nei tuoi occhi mi perderò
e colgo fiori, fiori leggeri
che questa sera ti porterò,
li porterò per il tuo viso
che quanto è bello non lo so…
Cammino lento e cerco il tempo
che passa lento e cerca me
e con la testa fuori dal centro
io conto i passi dietro di me…
Perché oggi non sento oppure non penso
che questa giostra possa girare
che un orizzonte possa bastare
che dopo il fiume viene il mare
e se non passa la tristezza
con altri occhi la guarderò
e se non passa l’amarezza
dall’altra parte la girerò…
Dalla parte del sole e di un sorriso
dalla parte migliore che si può,
dalla luna che splende sui tuoi capelli
che quanti sono non lo so
e se stanotte potrò contarli
questa canzone ti canterò
con questa voce, anima mia,
che oggi è tutto quel che ho.

Tradução da letra

Eu Ando devagar e espero pelo tempo
vai devagar e espera por mim.
E com as mãos cheias de vento
Eu procuro o significado do meu porquê,
porque hoje não acredito ou não vejo
Que este navio parta
que da má sorte vem a sorte
que a tempestade dá espaço para o sol
e se a amargura não passar
do outro lado vou virá-lo
e se a tristeza não passar
com outros olhos olharei para ela
com os olhos do céu e das estrelas,
com os olhos mais bonitos que conseguires
e com estes olhos bem nos olhos
Estarei perdido nos teus olhos
e eu apanho flores, flores leves
que esta noite te levo,
Vou usá-los para a tua cara.
que é tão bonito Eu não sei…
Ando devagar e procuro tempo
isso vai devagar e procura-me
e com a cabeça fora do centro
Conto os passos atrás de mim…
Porque hoje não ouço ou não penso
que este carrossel pode girar
que um horizonte pode ser suficiente
que depois do rio vem o mar
e se a tristeza não passar
com outros olhos olharei para ela
e se a amargura não passar
do outro lado vou virá-lo…
Ao lado do sol e um sorriso
do melhor lado que puder,
da lua a brilhar no teu cabelo
quantos são que eu não sei?
e se eu puder contá-los esta noite
esta canção Vou cantar para ti
com esta voz, a minha alma,
é tudo o que tenho hoje.