Humble Pie — Alabama '69 letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Alabama '69" de Humble Pie.
Letra
I come from Alabama and I work a ten pound hammer
And my womans picking cotton for the bossman on the hill
They work us till they break our back
And beat us cos our skin is black
I guess I’ll have to slave till the whip is in the grave
When will we be free
I wanna walk down any road
And feel we have our liberty
From day to day we live to die
The scars across my back don’t lie
Ain’t there anyone out there
To hear my freedom cry
Now I believe a man’s a man who earns his pay as best he can
The colour of his skin don’t mean that he ain’t just like you
But white folk here don’t give a hell
They think that we were born to smell
Of sweat and dust and dirt
And pull a plough until we die
When will we be free
I wanna walk down any road
And feel we have our liberty
These shoes I’m wearing every day
Got holes the size of Frisco Bay
I’m praying for the time
When there will come a judgement day
You all know how long it is since Lincoln made their promices
That one day we would walk alone the white side of the street
But there was some bad folk around
Who got so riled they shot him down
And there ain’t a cop in town
Who wouldn’t do the same for me When will we be free
I wanna walk down any road
And feel I’ve got my liberty
When will we be free
When will we be free
When will we be free
When will we be free
Tradução da letra
Venho do Alabama e trabalho com um martelo de 10 libras.
E as minhas mulheres a apanhar algodão para o chefe da colina
Trabalham connosco até nos partirem as costas.
E bater-nos porque a nossa pele é negra
Acho que vou ter que escravizar até que o chicote esteja na sepultura.
Quando seremos livres
Quero andar por qualquer estrada
E sentir que temos a nossa liberdade
De dia para dia vivemos para morrer
As cicatrizes nas minhas costas não mentem
Não há ninguém lá fora
Para ouvir o meu grito de liberdade
Agora acredito que um homem é um homem que ganha o melhor que pode.
A cor da pele dele não significa que não seja como tu.
Mas aqui os brancos estão-se nas tintas.
Acham que nascemos para cheirar
De suor, pó e sujidade
E puxar um arado até morrermos
Quando seremos livres
Quero andar por qualquer estrada
E sentir que temos a nossa liberdade
Estes sapatos que estou a usar todos os dias
Tem buracos do tamanho da Baía de São Francisco
Estou a rezar pelo tempo
Quando chegar o dia do juízo,
Todos sabem há quanto tempo o Lincoln fez os seus promíscuos.
Que um dia andaríamos sozinhos no lado branco da rua
Mas havia gente má por perto.
Que ficou tão irritado que o abateram.
E não há polícia na cidade
Que não faria o mesmo por mim quando seremos livres
Quero andar por qualquer estrada
E sinto que tenho a minha liberdade
Quando seremos livres
Quando seremos livres
Quando seremos livres
Quando seremos livres