Hora Zulu — Mis Barraqueras letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Mis Barraqueras" de Hora Zulu.
Letra
Miré parriba y las horas se iban
Y que mala cara niña que llevo
Recuerdo que acabé boca arriba
Que mal me sabe ca vez que bebo
Quiero pensar que hubo alternativa
Quizas debí tocarme los huevos…
Yo anoche tome la iniciativa
Y hoy lo podiamos hacer de nuevo
Miré pa fuera y crucé el sendero
Por donde escapan los embusteros
Bajo el antojo de un juez severo
Viviendo vidas que ya ni debo
Quiero que sepas que si me muero
Tuve muy claro haber sido esclavo
De un ego siempre en la edad del pavo
Que puso el rabo en tu gallinero
Por eso hoy mi propia tumba excavo
Por eso al cielo mi copa elevo
Por eso ahora hasta el suelo subo
Por eso malo me pongo y bebo
Y llegarán las claras y el sol me vera la cara
En mi Granada
Y dios no quiera
Que algún dia de mañana
A letania te suenen mis barraqueras
Compañera
Que si mi fé es certera
No me pidas que me quede con las ganas
Mañaneras
Te lo juro por la cosa que mas quiero que me moriré a tu vera
Miré padentro y casi me ahogo
Nada me pide que en esto siga
Si que me llega este vostro jogo
Cuatro cigarras pa mil hormigas
Si casi sin saber lo que digo
No ha habido un diego que me desdiga
Sigo empeñado en dejar testigos
Y ando dejando tras mi las migas
Pero eso casi que es lo de menos
Vivo conmigo ¡dios me castiga!
De ver la paja en el ojo ajeno
Ahora en el mio crecen las vigas
Que luego digan que pongo pegas
No tengo claro ni lo que debo
No hay instrucciones para este juego
Por eso malo me pongo y bebo
Tradução da letra
Olhei parriba e as horas se foram
E que cara má menina que eu carrego
Lembro me de ter acabado de barriga para cima
Que mal me sabe quando bebo
Quero pensar que houve alternativa
Talvez devesse ter tocado nos meus ovos…
Eu tomei a iniciativa ontem à noite
E hoje podiamos fazer de novo
Eu olhei pa fora e atravessou a trilha
Por onde escapam os mentirosos
Sob o desejo de um juiz severo
Vivendo vidas que já nem devo
Quero que saibas que se eu morrer
Eu tinha muito claro ter sido escravo
De um ego sempre na idade do peru
Que pôs o rabo no teu galinheiro
É por isso que hoje a minha própria sepultura escava
Por isso ao céu o meu cálice elevo
É por isso que agora até ao chão subo
É por isso que eu uso e bebo
E chegarão as claras e o sol me verá a cara
Na minha Granada
E Deus não queira
Que um dia de amanhã
As minhas barracas soam para a letânia
Companheira
Que se a minha fé é certa
Não me Peças para ficar com vontade
De manhã
Juro pela coisa que mais quero que morrerei a tua vera
Olhei para o padentro e quase me afogei
Nada me pede para continuar
Sim que me chega este Vostro jogo
Quatro cigarras Pa mil formigas
Sim quase sem saber o que estou a dizer
Não houve um diego que me desdenhasse
Continuo empenhado em deixar testemunhas
E ando a deixar as migalhas atrás de mim
Mas isso quase que é o menos
Vivo comigo Deus castiga-me!
De ver a punheta no olho alheio
Agora no meu crescem as vigas
Que depois digam que ponho pegas
Não sei o que devo fazer
Não há instruções para este jogo
É por isso que eu uso e bebo