Holly Near — Shirt in the Wind letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Shirt in the Wind" de Holly Near.

Letra

Driving cross the prairie, no one in sight for hours
A lonely house appears and I wonder who is living there
Next to the run down tractor there is a homemade clothesline
The sheets and shirts are waving like they’re running from a dust storm
I no longer have an address. My clothes are in a suitcase
I don’t know where I am but being lost seems so familiar
I am the run down tractor. I am the homemade clothesline
The sheets and shirts are waving like they’re dancing at a honky-tonk
Who is the one who lives here? Have I ever been that lonely?
Is that the wind that’s crying or coyotes in the grassland?
Feel like a shirt in the wind, feel like my threads are showing thin
Losing my shape against the sky, I can’t remember why
Feel like a shirt in the wind, feel like my spirit is growing thin
Like a dress that’s flying high, pinned against the sky
I can’t remember why
The city is before me, the lights define the skyline
A job is waiting for me a like a pair of shiny handcuffs
I see the tractor in the mirror. The sheets and shirts are still now
And the shadow of a woman who once could dance the night away
The rain that crossed the prairie evaporates to nowhere
The storm that came is a storm that passed and I made it to the morning
Feel like a shirt in the wind — Feel like my threads are showing thin
Losing my shape against the sky, and I can’t remember why I Feel like a shirt in the wind, losing my shape against my skin
I am a dress that’s flying high, pinned against the sky
Just the clouds and I

Tradução da letra

Atravessar a pradaria sem ninguém à vista durante horas.
Uma casa solitária aparece e pergunto-me quem vive lá.
Ao lado do tractor, há uma linha de roupa caseira.
Os lençóis e as camisas estão a acenar como se estivessem a fugir de uma tempestade de poeira.
Já não tenho morada. As minhas roupas estão numa mala
Não sei onde estou, mas estar perdido parece-me tão familiar.
Eu sou o tractor atropelado. Eu sou a linha de roupa caseira
Os lençóis e as camisas acenam como se dançassem num honky-tonk.
Quem é o que vive aqui? Alguma vez me senti tão só?
É o vento que está a chorar ou os coiotes na pradaria?
Sinto-me como uma camisa ao vento, sinto como se os meus fios estivessem a ficar finos
A perder a forma contra o céu, não me lembro porquê.
Sinto como uma camisa ao vento, sinto como se o meu espírito estivesse a ficar fino
Como um vestido que voa alto, preso contra o céu
Não me lembro porquê.
A cidade está diante de mim, As luzes definem o horizonte
Um trabalho está à minha espera um par de algemas brilhantes
Vejo o tractor no espelho. Os lençóis e as camisas ainda estão
E a sombra de uma mulher que uma vez podia dançar a noite toda
A chuva que atravessa a pradaria evapora para lugar nenhum
A tempestade que veio é uma tempestade que passou e eu cheguei à manhã
Sinto-me como uma camisa ao vento. sinto como se os meus fios estivessem a ficar finos —
A perder a forma contra o céu, e não me lembro porque me sinto como uma camisa ao vento, a perder a forma contra a minha pele.
Sou um vestido que voa alto, preso contra o céu
Só as nuvens e eu