Hideous Divinity — The Alonest of the Alone letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "The Alonest of the Alone" de Hideous Divinity.

Letra

I feel no pity
For dead foredoomed mankind
No empathy for pain
Feel nothing for them all
For this hole in the sun
Tears me apart, yet spits me out
Off the king’s road
I step on thorns aside
Where the plagues rise
From the dog’s bite
Time does’nt flow
To remite my sin
Time does’nt flow
To occur to my plague
White line has been
Traced into the sand
Surrounded by my army
Blessing the warfield with red
If no sound spreads the word
Of the silent raider
You will fear my cry
My eyes upon your reign
Fearing no thorns as i run free
Spreading my plague and my woe
A new kingdom will rise
Out of this world alone
See my spear
I laugh at you
I am alone
I laugh at you
Forgotten by fear
See my spear
I am alone
I’m the alonest of the alone
Now bow
and dig a hole in submission
Now bow
and praise the glorious despair
The goats accept
The body of the savior
Ashes on your head
So the rite is complete
Bow before me Bow!
A trail of white flags
Carries my silent will
A trail of mothers
Carries the strangled spawn
Of my solitude
Melting the snow
Bleeds
I’m alone

Tradução da letra

Não sinto pena
Pois a humanidade morta predominou
Sem empatia pela dor
Não sinta nada por todos eles
Por este buraco no sol
Destroça-me, mas cospe-me
Fora da estrada do rei
Ponho os espinhos de lado
Onde as pragas sobem
Da dentada do cão
O tempo não flui
Para remitar o meu pecado
O tempo não flui
Para ocorrer à minha praga
A linha branca foi
Localizado na areia
Rodeado pelo meu exército
Abençoar o campo de guerra com vermelho
Se nenhum som espalhar a palavra
Do raider silencioso
Vais temer o meu choro
Os meus olhos no teu reinado
Não temendo espinhos enquanto corro livre
Espalhando a minha praga e a minha aflição
Um novo reino surgirá
Fora deste mundo sozinho
Vê a minha lança
Eu rio-me de TI
Estou sozinho
Eu rio-me de TI
Esquecido pelo medo
Vê a minha lança
Estou sozinho
Sou o mais solitário
Agora faz uma vénia.
e cavar um buraco na submissão
Agora faz uma vénia.
e louva o glorioso desespero
As cabras aceitam
O corpo do Salvador
Cinzas na tua cabeça
Então o rito está completo.
Curvem-se perante mim!
Um rasto de bandeiras brancas
Carrega a minha vontade silenciosa
Um rasto de mães
Carrega a cria estrangulada.
Da minha solidão
Derreter a neve
Sangrar
Estou sozinho.