Hermetica — Craneo candente letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Craneo candente" de Hermetica.

Letra

Esquivando patrullas
De la noche enferma
Pude amanecer en las llanuras
Sostenido en piernas
Bajo el sol, mi cráneo candente
Busco comprender
Y los registros del tiempo pasado
Desvelaron mi mente
Viví el destierro del hombre nativo
Bajo las grises magias conquistantes
Que aun prosiguen traficando el miedo
Como ayer gauchos al desierto
Despierto en los caminos
De la tierra muerta
Me observo junto a mis hermanos
Harto de miserias
Y despojados de todo derecho
Por el blanco imperio
Que en el destierro del hombre nativo
Ha cultivado el culto del gran miedo
Que aún prosigue atrofiando vidas
Como en la astuta guerra de Malvinas
Mi cráneo candente
Busco comprender
No estaba vacío
Mi cráneo candente
Miles de inmigrantes
Conforman la ciudad
Han mutado al indio
Quitando su lugar
Sembraron la muerte
Por toda la extensión
De esta tierra infecta
Sin sentido y sin razón
Esquivando patrullas
De la noche enferma
Pude amanecer en las llanuras
Sostenido en piernas
Bajo el sol mi cráneo candente
Busco comprender
Y los registros del tiempo pasado
Desvelaron mi mente
Viví el destierro del hombre nativo
Bajo las grises magias conquistantes
Que aun prosiguen traficando el miedo
Como ayer gauchos al desierto
Mi cráneo candente
Busco comprender

Tradução da letra

Esquivando patrulhas
Da noite doente
Consegui amanhecer nas planícies
Sustentado nas pernas
Sob o sol, meu crânio quente
Procuro compreender
E os registros do tempo passado
Eles revelaram a minha mente
Vivi o banimento do homem nativo
Sob as cinzas magias conquistadoras
Que continuam a traficar o medo
Como ontem gaúchos ao deserto
Acordado nas estradas
Da terra morta
Observo me ao lado dos meus irmãos
Farto de misérias
E despojados de todo o direito
Ao Império branco
Que no exílio do homem nativo
Cultivou o culto do grande medo
Que continua a atrofiar vidas
Como na guerra astuta das Malvinas
O meu crânio quente
Procuro compreender
Não estava vazio
O meu crânio quente
Milhares de imigrantes
Compõem a cidade
Mutaram o índio
Removendo seu lugar
Semearam a morte
Por toda a extensão
Desta terra infecta
Sem sentido e sem razão
Esquivando patrulhas
Da noite doente
Consegui amanhecer nas planícies
Sustentado nas pernas
Sob o sol meu crânio quente
Procuro compreender
E os registros do tempo passado
Eles revelaram a minha mente
Vivi o banimento do homem nativo
Sob as cinzas magias conquistadoras
Que continuam a traficar o medo
Como ontem gaúchos ao deserto
O meu crânio quente
Procuro compreender