Gustavo Cordera — Agua de Río letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Agua de Río" de Gustavo Cordera.

Letra

Soy como el río que pasea por las ciudades,
sin darme cuenta fui tomando su color.
Oscurecido, fui perdiendo transparencia,
estoy tan denso que ya no me entra el sol.
Añoro el agua cristalina de las vertientes
que deja ver todo así como es.
Y si hoy me miras me confundes con mis desechos,
tan escondida, que el alma no se puede ver.
Agua estancada que no puede ver el mar,
por una grieta está por escapar.
Esa quietud es pura velocidad,
el movimiento, muestra eternidad.
Por siempre cambiando…
Vuelvo al mar, cantando y cambiando.
Soy como el río que cambia y vuelve al mar
cantando y cambiando.
Agua de río,
vuelvo al mar, cantando y cambiando.
Soy como el río que cambia y vuelve al mar
cantando y cambiando.
Agua de río.
En la memoria de mi cuerpo hay un río
que muere y nace cada vez que sale el sol,
guarda el secreto de lo que un día fuimos,
antes de haber perdido el amor.
Agua estancada que no puede ver el mar,
por una grieta está por escapar.
Esa quietud es pura velocidad,
el movimiento, muestra eternidad.
Por siempre cambiando!
Yo vuelvo al mar, cantando y cambiando.
Soy como el río que canta y vuelve al mar
cantando y cambiando.
Agua de río,
vuelvo al mar, cantando y cambiando.
Soy como el río que cambia y vuelve al mar
cantando y cambiando.
Agua de río.
Yo soy como el río que nace y muere
cambiando y cantando, cantando y cambiando.
No puedo parar, el mar me espera,
el futuro está detrás, me empuja y me renueva.
Vuelvo al mar, cantando y cambiando.
Ay, yo soy como el río que canta y vuelve al mar
cantando y cambiando.
Agua de río. Agua de río.
Agua de río. Agua de río.

Tradução da letra

Sou como o rio que passeia pelas cidades,
sem me dar conta fui tomando sua cor.
Obscurecido, eu estava perdendo transparência,
estou tão denso que já não me entra o sol.
Eu sinto falta da água cristalina das vertentes
que deixa ver tudo assim como é.
E se olhares para mim hoje confundes me com os meus resíduos,
tão escondida, que a alma não pode ser vista.
Água parada que não pode ver o mar,
por uma fenda está prestes a escapar.
Essa quietude é pura velocidade,
o movimento mostra a eternidade.
Para sempre mudando…
Eu volto para o mar, cantando e mudando.
Sou como o rio que muda e volta ao mar
cantando e mudando.
Água do rio,
eu volto para o mar, cantando e mudando.
Sou como o rio que muda e volta ao mar
cantando e mudando.
Água do rio.
Na memória do meu corpo há um rio
que morre e nasce sempre que o sol nasce,
guarda o segredo do que um dia fomos,
antes de ter perdido o amor.
Água parada que não pode ver o mar,
por uma fenda está prestes a escapar.
Essa quietude é pura velocidade,
o movimento mostra a eternidade.
Para sempre mudando!
Eu volto ao mar, cantando e mudando.
Sou como o rio que canta e volta ao mar
cantando e mudando.
Água do rio,
eu volto para o mar, cantando e mudando.
Sou como o rio que muda e volta ao mar
cantando e mudando.
Água do rio.
Eu sou como o rio que nasce e morre
mudando e cantando, cantando e mudando.
Não consigo parar, o mar está à minha espera,
o futuro está por trás, me empurra e me renova.
Eu volto para o mar, cantando e mudando.
Ai, eu sou como o rio que canta e volta ao mar
cantando e mudando.
Água do rio. Água do rio.
Água do rio. Água do rio.