Golpes Bajos — La Reclusa letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Reclusa" de Golpes Bajos.

Letra

Y si asi fuera daria la vida
Por un solo abrazo una sonrisa perdida
Nos fundiremos los dos en un cuerpo
Sellando ante todos nuestro amor eterno
-Caballero hay que cerrar
-Portese conmigo fieme otra mas
-Esta bien por esta noche vayase ahora a descansar
-Yo por Orco te maldigo me estas echando del local
Tiene una mujer en casa esperando verle llegar
Mala esposa es la que ni a su marido deja acercar
Y asi todas las noches
Desafiando al santisimo
Entre arcadas de lo bebido
Y convulsiones nerviosas
La misma jodida esquina
Donde amontonan las bolsas
Que recogen seres de otro mundo
Siendo solo el unico testigo
Meto los faldones en el pantalon
Me aliso en cabello tarareo una cancion
El colegio de la cria el alquiler del televisor
Hace tanto tiempo que no hacemos el amor
No sera que se lo hace con otro
Ese mismo a quien el otro dia
Puso la mejor de sus sonrisas
Mientras de rabia yo me contenia
Que ha quedado de ese amor jurado
Te querre siempre mientras vivas
Antes de escupirme tirano
Y recluirme por siempre en olvido
A ciegas tanteo por la habitacion
Llegando hasta lecho guiado por su respiracion
Un cuerpo desnudo alimenta una pasion
Un rostro marchito falto de expresion
Clava cruelmente sus uas en mi mejilla
Y cacarea como una poseida
La abofeteo hasta dejarla rendida
Deshecha en lagrimas no aplaca mi ira
Que ha quedado de ese amor jurado
Te querre siempre mientras vivas
Antes de escupirme tirano
Y recluirme por siempre en olvido
(Words by German Coppini, Music by Teo Cardalda)

Tradução da letra

E se assim fosse daria a vida
Por um abraço um sorriso perdido
Fundiremos os dois num corpo
Selando diante de todos nosso amor eterno
- Senhor, temos de fechar
- Portese comigo fieme outra mais
- Está bem por esta noite vá agora descansar
- Eu por Orc te amaldiçoo estás me expulsando do local
Tem uma mulher em casa à espera de o ver chegar
A má esposa é a que nem o marido deixa aproximar se
E assim todas as noites
Desafiando o Santíssimo
Entre arcadas do bebido
E convulsões nervosas
O mesmo canto
Onde empilham os sacos
Que coletam seres de outro mundo
Sendo apenas a única testemunha
Meto as saias nas calças
Eu aliso no cabelo cantarolando uma canção
O Colégio da cria o aluguer da TV
Há tanto tempo que não fazemos amor
Não será que ele faz isso com outro
Aquele mesmo a quem no outro dia
Ele colocou o melhor de seus sorrisos
Enquanto de raiva eu me contive
Que ficou com esse amor jurado
Amar Te ei sempre enquanto viveres
Antes de me cuspir tirano
E recluso para sempre no esquecimento
Cegamente tateou pelo quarto
Chegando até lecho guiado por sua respiração
Um corpo nu alimenta uma paixão
Um rosto murcho sem expressão
Cruelmente prega suas uas na minha bochecha
E cacareja como uma pose
Esbofeteio-a até a deixar rendida
Desfeita em lágrimas não aplaca minha raiva
Que ficou com esse amor jurado
Amar Te ei sempre enquanto viveres
Antes de me cuspir tirano
E recluso para sempre no esquecimento
(Words by German Coppini, Music by Teo Cardalda)