God Dethroned — Chaos Reigns at Dawn letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Chaos Reigns at Dawn" de God Dethroned.

Letra

Bloodthirsty eyes*
Lying in wait
Behind rifles and machine guns
In the dead land
Fighting, raging, killing
Take no prisoners
No living soul in the wasteland
We want no prisoners
The guns ahead fall silent
Defenders have been finished off
The ground is littered with corpses
Chaos reigns at dawn
Hovering clouds of choking yellow gas
Drifting slowly about
Death is spreading around
There where the wind blows
No air left to breathe
Emerging from clouds of dust and smoke
Shock troopers appear, from the frontline
Feel no dread of approaching death
Chaos reigns at dawn
Phosphor shells explode
men rolling on the ground
Desperate horror
Unable to quench the flames
The wounded are wailing around
Crying for help
Pale faces staring into the eyes of death
Bloodthirsty eyes
Lying in wait
Behind rifles and machine guns
In the dead land
Fighting, raging, killing
Take no prisoners
No living soul in the wasteland
We want no prisoners
The guns ahead fall silent
Defenders have been finished off
The ground is littered with corpses
Chaos reigns at dawn
Hovering clouds of choking yellow gas
Drifting slowly about
Death is spreading around
There where the wind blows
No air left to breathe
Emerging from clouds of dust and smoke
Shock troopers appear, from the frontline
Feel no dread of approaching death
Chaos reigns at dawn

Tradução da letra

Olhos sedentos de sangue*
Deitado à espera
Atrás de espingardas e metralhadoras
Na terra dos mortos
Lutando, enraivecido, matando
Não façam prisioneiros.
Nenhuma alma viva no deserto
Não queremos prisioneiros.
As armas à frente calam-se.
Os defensores foram acabados.
O chão está cheio de cadáveres.
O caos reina ao amanhecer
Nuvens a pairar de gás amarelo sufocante
À deriva lentamente
A morte está a espalhar-se por aí.
Lá onde o vento sopra
Sem ar para respirar
Emergindo de nuvens de poeira e fumaça
Tropas de choque aparecem, da linha da frente.
Não tenha medo de se aproximar da morte
O caos reina ao amanhecer
Os cartuchos de fósforo explodem.
homens a rolar no chão
Horror desesperado
Incapaz de apagar as chamas
Os feridos estão a lamentar-se.
Chorando por ajuda
Caras pálidas a olhar para os olhos da morte
Olhos sedentos de sangue
Deitado à espera
Atrás de espingardas e metralhadoras
Na terra dos mortos
Lutando, enraivecido, matando
Não façam prisioneiros.
Nenhuma alma viva no deserto
Não queremos prisioneiros.
As armas à frente calam-se.
Os defensores foram acabados.
O chão está cheio de cadáveres.
O caos reina ao amanhecer
Nuvens a pairar de gás amarelo sufocante
À deriva lentamente
A morte está a espalhar-se por aí.
Lá onde o vento sopra
Sem ar para respirar
Emergindo de nuvens de poeira e fumaça
Tropas de choque aparecem, da linha da frente.
Não tenha medo de se aproximar da morte
O caos reina ao amanhecer