Goatwhore — Reanimated Sacrifice letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Reanimated Sacrifice" de Goatwhore.

Letra

Deathlike trance devoid of all emotion
Renounce this path of mortal conceit
Numb to the impulse of redemption
Cleansed of grace from this false rapture
Coldness ripens within walls of flesh
Plague enters through constricting veins
Maggots penetrate decomposing skin
Defilement of this sacrificial inception
Bitter darkness of a godless dominion
Nursing worms with this fresh demise
Await the moment of the vile insurgence
Transfer through this gate within deadly rites
Taken by the void, recreate this primal state
Perish in the poisoned skin of decay
Emerge from these confines of a rancid fate
No masters rule in this endless grave
No masters exist in this vengeful rage
No masters rule in this defiled realm
No masters exist in this accursed state
Reanimated form covered with exposing sin
Adorned in this carapace of moonless flesh
Awaken from this starless tomb of rebirth
Surface from this stage of a breathless trance
Consumed darkness where eyes once dwelled
Resurrected evil from this vault of death
Feeding from the open arteries of heaven

Tradução da letra

Transe mortal sem emoções
Renuncia a este caminho de vaidade mortal
Adormecido ao impulso da redenção
Purificado da Graça deste falso arrebatamento
A frieza amadurece dentro de paredes de carne
A peste entra através de veias constrictivas
Larvas penetram pele em decomposição
Profanação deste sacrifício
Escuridão amarga de um domínio ímpio
Vermes que amamentam com esta morte recente
Aguarda o momento da vil insurgência
Transfiram por esta porta dentro de ritos mortais.
Tomado pelo vazio, recriar este estado primitivo
Pereça na pele envenenada da decadência
Emergir destes confins de um destino rançoso
Nenhum mestre governa nesta campa interminável.
Não existem mestres nesta raiva vingativa.
Nenhum mestre governa neste reino contaminado.
Não existem mestres neste maldito estado.
Forma reanimada coberta de exposição do pecado
Adornado nesta carapaça de carne sem lua
Acordem deste túmulo sem estrelas do Renascimento
Emergir deste estágio de transe sem fôlego
Escuridão consumida onde os olhos uma vez habitaram
O mal ressuscitado deste cofre da morte
Alimentando-se das artérias abertas do céu