Goatwhore — As the Sun Turns to Ash letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "As the Sun Turns to Ash" de Goatwhore.

Letra

Blindly walking against the outcomes of life
Hallowed
The kiss of decay in steps of two
Empty bleak carrion
Stripped of sensation
Exposing the faith of beyond on your deathbed
We are but worms in the fruit of expiration
The most forbidden fruit of disease
Unkept from dying Lost within a distand fear (Distant feat of dying)
This idol of absolute
Animals of the world feed war
Pathological outcast of Christ
Taking revolution for name
Glassy look of the eyes
Too deep for a living soul to stomach
Images of the afterworld
Leverage within the creation of ruin
We travel through a doorway of nothing
Enter afterlife of inverted faith
Indulging in childhood fears
To enter a mystery of ungodly ascent (Ascend)
The never ending punishment of unfeeling to perish in a death of disregard
Oppressive association in a vague cleansing of the irate
Gold gates of the divine
Breathe more life into vanity
Material power, Human idealism
A living myth of the trials of the abnormal
Winged ugli ness in a shattered prism
Soaring the scaled impiety to lay the trap
With fruit of failure It leads our rebirth into the snake
The darkness bleeds throughout the sky in plagues
A deep breath of a martyr’s dream
Scorn of emptiness to be embraced in solitude Inhale this freedom…
Justify our existence

Tradução da letra

Caminhando cegamente contra os resultados da vida
Sagrar
O beijo da decadência em passos de dois
Carruagem vazia e desolada
Sem sensibilidade
Expondo a fé do além no teu leito de morte
Somos apenas vermes no fruto da expiração
O fruto mais Proibido da doença
Inepto de morrer perdido dentro de um medo distante (façanha distante de morrer)
Este ídolo do absoluto
Animais da Guerra Mundial de alimentação
Pária patológica de Cristo
Tomar a revolução pelo nome
Olhar vidrado dos olhos
Demasiado fundo para uma alma viva aguentar
Imagens do pós-mundo
Alavancagem na criação da ruína
Nós viajamos através de uma porta de nada
Entre na vida após a morte da fé invertida
Ceder aos medos da infância
Para entrar num mistério de ascendência ímpia)
O castigo eterno de perecer insensível numa morte de desprezo
Associação opressiva numa vaga limpeza do irado
Portas de ouro do Divino
Dá mais vida à vaidade
Poder Material, idealismo humano
Um mito vivo das provações do anormal
Ugli ness alado em um prisma quebrado
Subindo a porção escalada para colocar a armadilha
Com o fruto do fracasso, leva o nosso renascimento à cobra.
A escuridão sangra por todo o céu em pragas
Um sopro profundo do sonho de um mártir
Desprezo pelo vazio para ser abraçado na solidão inala esta liberdade…
Justificar a nossa existência