Glorior Belli — The Foolhardy Venturer letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Foolhardy Venturer" de Glorior Belli.
Letra
When Earth in its young prime languished with grotesqueness
Where solely wicked chimes loudy would resonate
A challenging saraph whose chants force hearts to break
Had divine glory found in sordid depths unknown
He reached a place so down he felt his wings perish
Crawling through desperate lands, not knowing night from day
For so long he remained dormant in such grey lairs
But never will ignore the essence of his strife
Painting a mournful world, by fierce natures engulfed
And from that brave journey a very beast was born
Sometimes he asks himself is truth still deafening
But then he laughs in panic of delight Satanic
Howling by the moonlight:
Father, I’ve raised you to renown
And laud your thousand names to despicable crowds
But had I wished to bring you down, revealing your secrets
Your shame would surely match your questionable pride
And without fame you’d be but a fool to deride!
Then thought no more, for suddenly his logic failed
Silence and utter night has become his temple
When Earth in its young prime withered with deviousness
Where solely blatant chimes would resonate
A confronting seraph whose chants could enlighten
Had divine glory found in a darkness that burns
Tradução da letra
Quando a terra em seu jovem prime definhou com grotesco
Onde o único som perverso do loudy ressoaria
Um sarafe desafiador cujos cânticos forçam os corações a partir
Tinha a glória divina encontrada em profundidades sórdidas desconhecidas
Ele chegou a um lugar tão baixo que sentiu suas asas perecerem
Rastejando por terras desesperadas, sem saber a noite do dia
Durante tanto tempo ele permaneceu adormecido em tais poltronas cinzentas
Mas nunca ignorará a essência da sua luta
Pintando um mundo triste, de naturezas ferozes engolidas
E dessa viagem corajosa nasceu uma besta.
Às vezes ele pergunta a si mesmo que a verdade ainda é ensurdecedora
Mas depois ri-se em pânico de deleite satânico
Uivando ao luar:
Pai, eu criei-te para a fama
E elogia os teus mil nomes a multidões desprezíveis
Mas se eu tivesse desejado derrubar - te, revelando os teus segredos
A tua vergonha corresponderia certamente ao teu orgulho questionável.
E sem fama não Passarias de um tolo a escarnecer!
Então não pensei mais, pois de repente sua lógica falhou
O silêncio e a noite completa tornaram-se o seu templo.
Quando a terra, no seu primor jovem, murchou com desonestidade
Onde apenas sinos gritantes ressoariam
Um serafim confrontante cujos cânticos poderiam iluminar
Tinha a glória divina encontrada numa escuridão que arde