Glaucs — Històries curtes letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Històries curtes" de Glaucs.

Letra

Jo crec en bruixes que es desfan al sol
Que maleeixen pares ofuscats
Per una pruna vestida de dol
Amb les mans plenes de somnis trencats
No fas la cara, no tens perquè
D’alçar les mans al cel
Veig instruments de pas, gent tremolant de fred
Lamento ser tan aprop teu
Això et fa gràcia?
Oh! no! no! no!
Són històries curtes sense cap sentit
Que ho consumeixen tot dins el teu cap
Reconec que ets jove i que no tens pietat
Has tirat la sort dins un forat
I ara perds, i ara creus
Que somies despert, digues:
Na na na na na na na na na na
Un príncep blau vagant per la ciutat
Pregunta si algú ha vist el seu castell
La gent se’l mira i riuen entre dents
Pot ser que ho trobin divertit
Hi ha un cos de pàs que no pot moure els dits
I s’ha trobat enmig dels arguments
I tu estirat a casa i sense massa traça
Has destapat els ulls sense color
Això et fa gràcia?
Oh! no! no! no!
Són històries curtes sense cap sentit
Que ho consumeixen tot dins el teu cap
Reconec que ets jove i que no tens pietat
Has tirat la sort dins un forat
I ara perds, i ara creus
Que somies despert, digues:
Na na na na na na na na na na
Na na na na na na na na na na
Cauen del cel escumosos trossets del meu cap
Camina trista i sense cap consol
Sense massa temps per descobrir
Que no té coratge, l’altre no té traça
I el que queda vol saber estimar
Això et fa gràcia?
Oh! no! no! no!
Són històries curtes sense cap sentit
Que ho consumeixen tot dins el teu cap
Reconec que ets jove i que no tens pietat
Has tirat la sort dins un forat
I ara perds, i ara creus
Que somies despert, digues:
Na na na na na na na na na na…

Tradução da letra

Acredito em Bruxas que derretem ao sol
Que maleeixen pais de cuscats
Por uma ameixa vestida de luto
Com as mãos cheias de sonhos desfeitos
Você não faz a cara, você não tem porque
De levantar as mãos no céu
Vejo os instrumentos do pas, as pessoas lá fora a tremer no frio.
Desculpa estar tão perto de TI.
Dá-te graça?
Oh! não! não! não!
São histórias curtas sem qualquer sentido
Que consumes tudo na tua cabeça
Reconheço que és jovem e que não tens misericórdia.
Atiraste a sorte para dentro de um buraco
E agora perdes, e agora pensas
Esse sonho acordado, diz-me:
Na Na Na Na Na na na na na na
Um príncipe vagueando pela cidade
Pergunta se alguém viu o teu castelo.
As pessoas que vêem e riem entre os dentes
Pode ser que te divirtas
Há um corpo de pàs que não consegues mexer os dedos.
E foi encontrado no meio dos argumentos
E tu deitado em casa e sem deixar rasto
Tens todos os olhos sem cor
Dá-te graça?
Oh! não! não! não!
São histórias curtas sem qualquer sentido
Que consumes tudo na tua cabeça
Reconheço que és jovem e que não tens misericórdia.
Atiraste a sorte para dentro de um buraco
E agora perdes, e agora pensas
Esse sonho acordado, diz-me:
Na Na Na Na Na na na na na na
Na Na Na Na Na na na na na na
Caindo do céu pedaços cintilantes da minha cabeça
Anda triste e sem consolo
Sem muito tempo para descobrir
Isso não é coragem, o outro não tem vestígios.
E isso é querer conhecer o amor
Dá-te graça?
Oh! não! não! não!
São histórias curtas sem qualquer sentido
Que consumes tudo na tua cabeça
Reconheço que és jovem e que não tens misericórdia.
Atiraste a sorte para dentro de um buraco
E agora perdes, e agora pensas
Esse sonho acordado, diz-me:
Na Na Na Na Na na na na na na…