Giulia Luzi — Mari di mondi letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Mari di mondi" de Giulia Luzi.
Letra
Vorrei fare a meno di te,
potrei fare a meno di te,
potresti non essere tu,
staccare le pagine in più
del libro che hai scritto per me e andare lontano
da questo dolore,
nascondermi in un’altra città,
non essere qui…
Vorrei liberarmi di te,
potrei diventare per te la vita passata,
l’occasione perduta
di farti capire,
cos’era l’amore…
Avresti avuto mari di mondi da vedere…
Lungo tutti i giorni che vivrò
ricorderò le fantasie,
con la mia testa nelle nuvole,
troppe sere intere senza mai
averti qui
e la realtà
che prende il posto delle favole…
E tutto questo tu lo chiami amore,
la medicina che dovevo bere,
fa meno male rimanere soli senza te…
Vorrei non venire più qui,
potrei fare a meno di chi,
ti stringe la gola e tu resti da sola
e non riesci a capire,
tra questo dolore,
che avresti avuto mari di mondi da vedere…
Lungo tutti i giorni che vivrò
ricorderò le fantasie,
con la mia testa nelle nuvole,
troppe sere intere senza mai
averti qui
e la realtà
che prende il posto delle favole…
E tutto questo non è solo amore,
ma tante cose da dimenticare,
sulle ferite ci hai versato troppo sale…
E tutto questo tu lo chiami amore,
la medicina che dovevo bere,
fa meno male rimanere soli senza te…
Senza te…
(Grazie a Marta per questo testo)
Tradução da letra
Gostava de passar sem ti.,
Podia passar sem ti.,
pode não ser você.,
separar as páginas extra
do livro que escreveste para mim e vais longe
desta dor,
escondido noutra cidade,
não estejas aqui.…
Gostava de me livrar de TI.,
Eu poderia tornar-me para ti a vida passada,
a oportunidade perdida
para te fazer entender,
o que era o amor…
Terias tido mares de mundos para ver…
Todos os dias que vivo
Vou lembrar-me das fantasias.,
com a minha cabeça nas nuvens,
muitas noites inteiras sem nunca
você está aqui?
e a realidade
que toma o lugar de contos de fadas…
E tudo isto a que chamas amor,
o remédio que tinha de beber,
dói estar sozinho sem ti…
Quem me dera nunca mais ter vindo aqui.,
Eu poderia fazer sem quem,
ela aperta-te a garganta e estás sozinha.
e você não pode entender,
entre esta dor,
que terias mares de mundos para ver…
Todos os dias que vivo
Vou lembrar-me das fantasias.,
com a minha cabeça nas nuvens,
muitas noites inteiras sem nunca
você está aqui?
e a realidade
que toma o lugar de contos de fadas…
E tudo isto não é apenas amor,
mas tantas coisas para esquecer,
nas feridas derramaste demasiado sal.…
E tudo isto a que chamas amor,
o remédio que tinha de beber,
dói estar sozinho sem ti…
Sem ti…
(Obrigado a Marta por este texto)