Giorgio Canali — La solita tempesta letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La solita tempesta" de Giorgio Canali.
Letra
Notti intere fatte fuori a testate sugli specchi
Sulle spalle sempre la stessa scimmia
Di sacrosanti pretesti che uccidono un amore
E fanno rima solo con qualche bestemmia
Gli occhi fissi sgranati sulle crepe dei muri
A cercarci verità nascoste
Ma non c'è nulla da capire non c'è nulla da dire
Sempre e solo le solite risposte
Poi la solita tempesta che strappa i capelli
E si porta via sbattendo le porte
Quell’amore che ci ha ridotto a brandelli
Così tante tante tante tante tante troppe volte
Notti intere bruciate con anime spente
Solo per sentirsi migliori
Altre notti passate a fare finta di niente
O a fare finta di non sentirsi soli
Gli occhi persi nel nulla nelle notti più buie
Sperando che il tempo migliori
Per vedere altre stelle dalla luce più viva
Ma qui arrivano soltanto i rumori
Della solita tempesta che strappa i capelli
E si porta via sbattendo le porte
Quell’amore che ci ha ridotto a brandelli
Così tante tante tante tante tante tante troppe volte
Negli specchi in frantumi nelle notti incendiate
I riflessi di mille ferite
Di mille stelle cadute
Di mille lune nuove
Di tremila storie sbagliate
Poi la solita tempesta che strappa i capelli
E si porta via sbattendo le porte
Quell’amore che ci ha ridotto a brandelli
Già tante tante tante tante tante tante troppe volte
E' la solita tempesta che strappa i capelli
E si porta via sbattendo le porte
Quell’amore che ci ha ridotto a brandelli
Già tante tante tante tante tante troppe volte
Tradução da letra
Noites inteiras feitas por cabeças em espelhos
Nos ombros sempre o mesmo macaco
De pretensões sacrossantas que matam um amor
E rimam apenas com alguma blasfémia
Os olhos fixaram-se nas fissuras das paredes.
À procura de verdades ocultas
Mas não há nada para entender não há nada para dizer
Sempre e apenas as respostas habituais
Depois a habitual tempestade de cortar o cabelo
E ele sai batendo as portas
Aquele amor que nos desfez em pedaços
Tantas, tantas, demasiadas vezes.
Noites inteiras queimadas de Almas Mortas
Só para me sentir melhor
Outras noites passadas a fingir nada
Ou fingindo não estar sozinho
Olhos perdidos em nada nas noites mais sombrias
Esperando que o tempo melhore
Para ver outras estrelas com a luz mais brilhante
Mas aqui só vêm os barulhos
Da habitual tempestade de cortar o cabelo
E ele sai batendo as portas
Aquele amor que nos desfez em pedaços
Tantas, muitas, muitas, muitas, muitas, muitas vezes
Em espelhos quebrados em noites ardentes
Os reflexos de mil feridas
De mil estrelas caídas
De mil luas novas
De três mil histórias erradas
Depois a habitual tempestade de cortar o cabelo
E ele sai batendo as portas
Aquele amor que nos desfez em pedaços
Já tantas tantas tantas vezes demais
É a tempestade do costume.
E ele sai batendo as portas
Aquele amor que nos desfez em pedaços
Já tantas tantas tantas vezes demais