Gino Paoli — L'ufficio delle cose perdute letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "L'ufficio delle cose perdute" de Gino Paoli.

Letra

Nella grande tartaruga
con i tetti a scaglie grige
si rincorrono gli odori
i colori
e le puttane
nel gran ventre del paese
ci son posti che
sono strani
certe volte anche per me Sulla strada che val al porto
dopo un’arco c’e' una piazza
sempre piena di bambini
qualche gatto
e un vu cumpra'
tra un negozio di bottoni e un tizio che si fa'
c’e' un ufficio senza targa e senza eta'
ed e' un ufficio del vento
cose perdute quelle
che son sparite in fondo
a qualche momento chiuso
Ed e' un ufficio pieno
di vecchie cianfrusaglie
di giorni poco usati e di candeline
di un’altra eta'
Sono andato li a cercare
i capelli che ho perduto
il sorriso di mio padre
ed il canto di un amico
voglio indietro i miei vent’anni
e le speranze in piu'
voglio l’albero dei come
e dei perche'
Ma dentro quel momento
non c’e' nel mio giardino
l’albero che ho piantato
qualche anno fa'
per sempre
Ma nell’ufficio delle
cose perdute devo
in cambio dei vent’anni
ridare tutto
tutto quello che ho E ritorno piano a casa
con le rughe ed i pensieri
lascio li' i miei vent’anni
i capelli, i sogni in piu'
mi va bene rimanere
con quello che ho torno a casa
apro la porta
e ci sei tu e ci sei tu e ci sei tu.
(Grazie a raffaele per questo testo)

Tradução da letra

Na tartaruga grande
com telhados cinzentos
persegues os cheiros
cor
e prostitutas
na grande barriga do país
há lugares que
são estranhos.
às vezes até para mim na estrada que vai para o porto
depois de um arco há um quadrado
sempre cheio de crianças
algum gato
and a vu will buy
entre uma loja de botões e um tipo a curtir
há um escritório sem matrícula e sem idade.
e é um escritório de vento.
coisas perdidas.
que desapareceu em segundo plano
alguns momentos fechados
E é um escritório cheio.
de sucata velha
de dias e velas pouco usados
de uma idade diferente
Fui lá à procura
o cabelo que perdi
o sorriso do meu pai
e a canção de um amigo
Quero os meus vinte de volta.
e as esperanças extras
Quero uma árvore igual
e porquê
Mas dentro desse momento
não está no meu jardim.
a árvore que plantei
há alguns anos
sempre
Mas no escritório de
coisas perdidas devo
em troca de vinte anos
devolve tudo.
tudo o que tenho e voltar para casa lentamente
com rugas e pensamentos
Deixo lá os meus 20 anos.
cabelo, sonhos extra
Estou bem em ficar.
com o que tenho, vou para casa.
Eu abro a porta.
e há você, Há você e há você.
(Agradecimentos a raffaele por este texto)