Gilbert Bécaud — C'est En Septembre letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "C'est En Septembre" de Gilbert Bécaud.

Letra

Les oliviers baissent les bras
Les raisins rougissent du nez
Et le sable est devenu froid
Oh blanc soleil
Maitres baigneurs et saisonniers
Retournent àleurs vrais métiers
Et les santons seront sculptés
Avant Noël
C’est en septembre
Quand les voiliers sont dévoilés
Et que la plage, tremblent sous l’ombre
D’un automne débronzé
C’est en septembre
Que l’on peut vivre pour de vrai
En étémon pays àmoi
En étéc'est n’importe quoi
Les caravanes le camping-gaz
Au grand soleil
La grande foire aux illusions
Les slips trop courts, les shorts trop longs
Les hollandaises et leurs melons
De cavaillon
C’est en septembre
Quand l'étéremet ses souliers
Et que la plage est comme un ventre
Que personne n’a touché
C’est en septembre
Que mon pays peut respirer
Pays de mes jeunes années
Làoùmon père est enterré
Mon école était chauffée
Au grand soleil
Au mois de mai, moi je m’en vais
Et je te laisse aux étrangers
Pour aller faire l'étranger moi-même
Sous d’autres ciels
Mais en septembre
Quand je reviens oùje suis né
Et que ma plage me reconnaît
Ouvre des bras de fiancée
C’est en septembre
Que je me fais la bonne année
C’est en septembre
Que je m’endors sous l’olivier

Tradução da letra

As oliveiras baixam os braços
Uvas coram do nariz
E a areia tornou-se fria
Oh sol branco
Banhistas principais e sazonais
Voltar aos seus negócios reais
E os santons serão esculpidos
Antes Do Natal
É Setembro.
Quando os veleiros são revelados
And that the beach, tremble under the shade
De um outono inabalável
É Setembro.
Aquele pode viver a sério
No País de etemon
No verão é tudo
Caravanas de campismo-gás
Ao grande sol
A Grande Feira de ilusões
Cuecas Curtas demais, calções compridos demais
Mulheres holandesas e seus melões
De sarda
É Setembro.
Quando o verão lhe pôs os sapatos
E que a praia é como uma barriga
Que ninguém tocou
É Setembro.
Que o meu país possa respirar
País da minha juventude
Onde o meu pai está enterrado
A minha escola estava aquecida.
Ao grande sol
Em Maio, vou-me embora.
E deixo-te a estranhos
Para ir fazer o estranho eu mesmo
Sob outros céus
Mas em setembro
Quando eu voltar onde nasci
E que a minha praia me reconheça
Abra os braços da noiva
É Setembro.
Que eu tenha um Feliz Ano Novo
É Setembro.
Que adormeço Debaixo da oliveira