Gianni Togni — La Pioggia Sul Mare letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Pioggia Sul Mare" de Gianni Togni.

Letra

Vedo la pioggia cadere sul mare
le ombre diaboliche sul litorale
vedo noi stessi come in fondo ai cortei
più nervosi complessi più incerti che mai
Sotto un ombrello camminiamo abbracciati
ascoltando in silenzio i nostri passi bagnati
guardando davanti come dentro a una foto
come barche di carta cha vanno nel vuoto
Maledetta la guerra che ci insegue dovunque
la guerra tra la gente la guerra di sempre
maledetta la guerra a noi che moriamo
che voglia di vivere
di andare lontano e di piangere, di piangere
Vedo la pioggia cadere sul mare
le poche automobili quasi volare
quei fari abbaglianti sono dei corridoi
sono strade che corrono dentro di noi
noi che sogniamo di non fare del male
noi come gli alberi dobbiamo aspettare
che tutti i pensieri se ne vadano via
e soltanto il cielo nel cielo ci sia
maledetta la guerra che c’insegue dovunque
la guerra tra la gente la guerra di sempre
maledetta la guerra e noi che moriamo
che voglia di vivere
di andare lontano e di piangere
maledetta la guerra e noi che moriamo
che voglia di vivere
di andare lontano e di piangere
di piangere
Vedo la pioggia cadere sul mare
le ombre diaboliche sul litorale
vedo noi stessi come in fondo ai cortei
più nervosi complessi più incerti e più vaghi che mai

Tradução da letra

Vejo a chuva cair no mar
as sombras do mal na costa
Vejo-nos como no fundo dos desfiles.
mais complexos nervosos mais incertos do que nunca
Debaixo de um guarda-chuva caminhamos abraçados
ouvindo em silêncio os nossos passos molhados
olhando para a frente como dentro de uma foto
como barcos de papel que vão no vácuo
Amaldiçoada é a guerra que nos segue para todo o lado.
a guerra entre as pessoas a guerra de sempre
amaldiçoe a guerra contra nós que morremos.
que desejo de viver
ir longe e chorar, chorar
Vejo a chuva cair no mar
os poucos carros quase voam
esses faróis são corredores.
são estradas que correm dentro de nós.
nós que sonhamos em não fazer mal
nós, como árvores, temos de esperar.
que todos os pensamentos vão embora
e só existe o céu no céu
amaldiçoe a guerra que nos segue por todo o lado
a guerra entre as pessoas a guerra de sempre
Maldita seja a guerra e morreremos.
que desejo de viver
para ir longe e chorar
Maldita seja a guerra e morreremos.
que desejo de viver
para ir longe e chorar
chorar
Vejo a chuva cair no mar
as sombras do mal na costa
Vejo-nos como no fundo dos desfiles.
mais complexos nervosos mais incertos e vagos do que nunca