Gianluca Capozzi — Mai letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Mai" de Gianluca Capozzi.
Letra
Non sarò quello che
Piange ancora per qualcuno che non c'è
Tornerò quel bugiardo narcisista che
Gioca con la vita e le sue regole
Solo per il gusto poi di infrangerle
Non sarò quello che
Passa giorni interi a chiedersi perché
Vincerò questo vento che mi butta giù
Sarò un fiume in cerca del suo oceano
Per sentirsi finalmente libero
Mai, ci sto male ma non lo saprà mai
Che conosco l’inferno grazie a lei
Che alla fine di noi
Comincia il mai dei giorni miei
Mai, se ne è andata per non tornare mai
Ed ha messo anche ma tra i suoi trofei
Che rifaccio il suo numero anche quando non vorrei
Passerà prima o poi
La paura di non cancellare mai
Dentro me ogni traccia che ha lasciato lei
Sulle mura delle mie abitudini
Segni che ora sembrano indelebili
Mai, ci sto male ma non lo saprà mai
Che conosco l’inferno grazie a lei
Che alla fine di noi
Comincia il mai dei giorni miei
Mai, se ne è andata per non tornare mai
Ed ha messo anche ma tra i suoi trofei
Che rifaccio il suo numero anche quando non vorrei
Dai miei occhi non si rivedrà mai più
Quell’ombra di dolore che si affaccia
Se gli amici chiedono di lei
Mai, ci sto male ma non lo saprà mai
Che conosco l’inferno grazie a lei
Che alla fine di noi
Comincia il mai dei giorni miei
Mai, se ne è andata per non tornare mai
Ed ha messo anche ma tra i suoi trofei
Che rifaccio il suo numero anche quando non vorrei
Tradução da letra
Não serei o quê
Ela ainda chora por alguém que não está lá.
Vou voltar para aquele mentiroso narcisista que ...
Brincar com a vida e as suas regras
Só para o gosto, então para quebrá-los
Não serei o quê
Ele passa dias a perguntar-se porquê.
Vou ganhar este vento que me deita abaixo
Serei um rio à procura do seu Oceano
Finalmente sentir-me livre
Nunca, estou doente, mas ele nunca saberá.
Que sei o inferno graças a ela
Que no fim de nós
O nunca dos meus dias começa
Nunca, ela partiu para nunca mais voltar.
E também pôs a mãe entre os seus troféus.
Que faço o número dele outra vez, mesmo quando não quero.
Vai passar mais cedo ou mais tarde.
O medo de nunca apagar
Dentro de mim todos os vestígios que ela deixou
Nas paredes dos meus hábitos
Sinais que agora parecem indeléveis
Nunca, estou doente, mas ele nunca saberá.
Que sei o inferno graças a ela
Que no fim de nós
O nunca dos meus dias começa
Nunca, ela partiu para nunca mais voltar.
E também pôs a mãe entre os seus troféus.
Que faço o número dele outra vez, mesmo quando não quero.
Dos meus olhos, nunca mais será visto.
A sombra da dor que paira
Se os amigos perguntarem por ela
Nunca, estou doente, mas ele nunca saberá.
Que sei o inferno graças a ela
Que no fim de nós
O nunca dos meus dias começa
Nunca, ela partiu para nunca mais voltar.
E também pôs a mãe entre os seus troféus.
Que faço o número dele outra vez, mesmo quando não quero.