Giancarlo Spadaccini — Alemao letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Alemao" de Giancarlo Spadaccini.
Letra
Alemao viveva al sole respirava profondamente
Si bagnava nel suo mare galleggiando sulle onde
In quegli occhi la sua vita era sempre sorridente
Ci vendeva collanine e non chiedeva quasi niente
Umanista ed ottimista era sempre tra la gente
Si fumava quel suo fumo ridacchiando dolcemente
Un incrocio quasi strano tra un teutonico e un latino
Si adornava di quel poco per sorreggere il codino
Saldamente e senza sforzo mi parlava in castigliano
Rispondendo sempre pronto al mio facile italiano
Lui parlava di mondi immensi popolati da signori
Che nell’animo non hanno né ingiustizie né rancori
Alemao lo trovavi ogni giorno sulla spiaggia
Camminava lentamente occhi svegli ed aria saggia
Attendeva quella gente che rideva e lo chiamava
Lui offriva mercanzie e con calma gli parlava
Pochi soldi ci chiedeva pochi attimi di pace
Raccontava la sua vita tra il faceto e l’audace
Nato a sud tra quel confine brasiliano ed argentino
Dove il vento ti fa male ti stordisce più del vino
Con quell’aria da tedesco era estraneo a quella gente
Del suo mondo non capiva e non accettava niente
Poi partì già da ragazzo attaccato a quel convoglio
Senza niente nelle mani né quattrini né bagaglio
Ora vive sulle spiagge giallo e oro di Bahia
Ora sente nella vene una forza tutta sua
Che fluisce alle persone dalle dita delle mani
Italiani, argentini, greci, slavi e americani
I turisti ora lo vedono camminare sulla rena
Lunga quanto la sua vita da Bahia a Ipanema
Tradução da letra
Alemao vivia ao sol respirava profundamente
Ele banhou-se no seu mar flutuando nas ondas
Nesses olhos, a vida dele estava sempre a sorrir.
Ele vendeu-nos colares e não pediu quase nada.
Humanista e otimista sempre esteve entre as pessoas
Ela fumava aquela fumaça dela, rindo suavemente.
Um cruzamento quase estranho entre um Teutônico e um latino
Adornou-se com aquele pouco para sustentar o rabo-de-porco.
Ele falou comigo em castelhano com firmeza e sem esforço.
Sempre a responder pronto para o meu italiano fácil
Ele falou de mundos imensos povoados por senhores.
Que não são iníquos, nem guardam rancor,
Alemao encontraste-o todos os dias na praia.
Caminhou lentamente olhos acordados e ar sábio
Ele estava à espera daquelas pessoas que se riram e o chamaram.
Ele ofereceu mercadoria e calmamente falou com ele.
Pouco dinheiro nos pediu alguns momentos de paz
Ele contou a sua vida entre a faceta e a audácia
Nascido a sul entre a fronteira brasileira e Argentina
Onde o vento te magoa, atordoa-te mais do que Vinho.
Com aquele olhar alemão, ele era um estranho para aquelas pessoas.
Do seu mundo ele não entendeu e não aceitou nada
Então ele já saiu como um menino ligado àquele comboio
Sem nada nas tuas mãos, sem dinheiro, sem bagagem.
Agora vive nas praias amarelas e de ouro da Bahia
Agora ele sente uma força própria nas suas veias
Fluindo para as pessoas dos dedos das mãos
Italianos, Argentinos, gregos, eslavos e Americanos
Os turistas vêem-no a caminhar no Reno.
Desde que a sua vida da Bahia até Ipanema