Garou — L'Adieu letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "L'Adieu" de Garou.

Letra

Adieu,
Aux arbres mouills de septembre
leur soleil de souvenir
ces mots doux, ces mots tendres
Que je t’ai entendu me dire
la faveur d’un chemin creux
Ou d’une bougie allume
Adieu ce qui fut nous deux
la passion du verbe aimer
L’adieu
Est une infinie diligence
O les chevaux ont d souffrir
O les reflets de ton absence
Ont marqu l’ombre du plaisir
L’adieu est une lettre de toi
Que je garderai sur mon coeur
Une illusion de toi et moi
Une impression de vivre ailleurs
L’adieu
N’est que vrit devant Dieu
Tout le reste est lettre crire
ceux qui se sont dit adieu
Quand il fallait se retenir
Tu ne peux plus baisser les yeux
Devant le rouge des chemines
Nous avons connu d’autres feux
Qui nous ont si bien consums
L’adieu,
C’est nos deux corps qui se sparent
Sur la rivire du temps qui passe
Je ne sais pas pour qui tu pars
Et tu ne sais pas qui m’embrasse
Nous n’aurons plus de jalousies
Ni de paroles qui font souffrir
Aussi fort qu’on s’tait choisi
Est fort le moment de partir
Oh l’adieu !
L’adieu
C’est le sanglot long des horloges
Et les trompettes de Waterloo
Dire tous ceux qui s’interrogent
Que l’amour est tomb l’eau
D’un bateau ivre de tristesse
Qui nous a rong toi et moi
Les passagers sont en dtresse
Et j’en connais deux qui se noient
Adieu
Aux arbres mouills de septembre
leur soleil de souvenir
ces mots doux, ces mots tendres
Que je t’ai entendu me dire
la faveur d’un chemin creux
Ou d’une bougie allume
Adieu ce qui fut nous deux
la passion du verbe aimer
L’adieu
C’est le loup blanc dans sa montagne
Et les chasseurs dans la valle
Le soleil qui nous accompagne
Est une lune bte pleurer
L’adieu ressemble ces mares
Qui viendront tout ensevelir
Les marins avec les maries
Le pass avec l’avenir
Oh l’adieu !
Oh l’adieu !

Tradução da letra

Despedida,
Às árvores molhadas de setembro
o seu sol de recordação
estas doces palavras, estas ternas palavras
Que te ouvi dizer
o favor de um caminho oco
Ou uma luz de vela
Adeus, o que éramos nós os dois
a paixão do verbo amar
Despedida
É uma diligência infinita
Ó cavalos sofreram
O reflexões da tua ausência
Marcaram a sombra do prazer
Adeus é uma carta tua
Que continuarei no meu coração
Uma ilusão de TI e de mim
Uma impressão de viver noutro lugar
Despedida
É somente vrit diante de Deus
Tudo o resto é um grito de carta
aqueles que disseram adeus
Quando era necessário conter
Não podes baixar mais os olhos.
Em frente ao vermelho das chaminés
Temos experimentado outros incêndios
Que nos consumiram tão bem
Despedida,
São os nossos dois corpos que se explodem.
No Rio do tempo que passa
Não sei para quem vais.
E tu não sabes quem me está a beijar
Não vamos ter mais ciúmes.
Nem palavras que te fazem sofrer
Por Mais que tenhamos sido escolhidos
É forte o tempo para partir
Adeus !
Despedida
Este é o longo soluço de relógios
E as trombetas de Waterloo
Diga a quem quiser
Que o amor é água do túmulo
De um barco bêbado de tristeza
Que te comeu a ti e a mim
Os passageiros estão em perigo.
E conheço dois que se afogam
Despedida
Às árvores molhadas de setembro
o seu sol de recordação
estas doces palavras, estas ternas palavras
Que te ouvi dizer
o favor de um caminho oco
Ou uma luz de vela
Adeus, o que éramos nós os dois
a paixão do verbo amar
Despedida
É o lobo branco na sua montanha
E caçadores no Vale
O sol que nos acompanha
É uma lua bte a chorar
A despedida parece-se com estas piscinas.
Quem virá e enterrará tudo
Marinheiros com maridos
O passe com o futuro
Adeus !
Adeus !