Gaëlle Vignaux — Souvenirs de cartable letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Souvenirs de cartable" de Gaëlle Vignaux.
Letra
La petite cagoule acrylique
Qui rend les cheveux électriques
Qui serre fort le cou
Et conserve les poux
Les collants en laine qui grattent
Et tombent en plis sur nos pattes
L’entrejambe aux genoux
Et là, un trou
La malle aux affaires égarées
Qui trône dans un coin du préau
Qu’on abandonne chaque été
Remplie de gants et de manteaux
Le réfectoire de la cantoche
Les dam' de servic' toutes moches
Qui font cent décibels
En cognant la vaisselle
Leur bras fermes comme un blanc d’oeuf
La purée d' riz, la langue de boeuf
Tiens mon petit lapin
Et merci mon chien
Leurs prénoms qui se font la malle
Mais l’estomac qui nous rappelle
De longs sanglots que l’on ravale
A la vue d’un choux de Bruxelles
Les cols roulés qui nous étouffent
Le cordon cousu à nos moufles
Une idée de nos mères
Pour les perdre par paires
La photo de classe jamais classe
Le photographe qui grimace
Pour un sourire en coin
Et quatre dents en moins
Les cartons perchés au grenier
Qu’on entasse puis qu’on éviscère
Pour faire rire les invités
A chaque «décenniversaire «L'odeur de la colle Cléopâtre
Et celle de nos masques en plâtre
Souvenirs de primaire
Pour la fête des pères
Le stylo aux quatre couleurs
Tu peux m' prêter ton effaceur?
une dictée de mots
Tu passes au tableau
Ça donne le moral d' un yoyo
Les couleurs d’une boule magique
La gorge pleine de calots
D'êt' jamais preum’s à l'élastique
Le jour où l’on rouvre la malle
De nos souvenirs de cartables
On a beau dire même pas mal
Faut des miroirs incassables
Tradução da letra
O pequeno capuz acrílico
O que torna o cabelo eléctrico
Que aperta o pescoço
E mantém piolhos
Os collants de lã que coçam
E cair em dobras nas nossas patas
Entre pernas e joelhos
E ali, um buraco
O baú com negócios perdidos
Que se senta num canto do Prado
Que desistimos todos os verões
Recheados de luvas e casacos compridos
O refeitório cantoche
A barragem de serviço é feia.
Que são cem decibéis.
Batendo nos pratos
Seus braços firmes como um ovo branco
Puré de arroz, língua de carne
Segura no meu coelhinho
E obrigado, Meu Cão.
Os apelidos estão a ficar cheios.
Mas o estômago que nos lembra
Soluços longos que nós devastamos
À vista de um couves-de-Bruxelas
As gola alta que nos sufocam
O cordão cosido às nossas luvas
Uma ideia das nossas mães
Perdê-los aos pares
A foto da turma nunca está na aula
O fotógrafo que faz caretas
Para um sorriso de canto
E quatro dentes a menos
Caixas no sótão
Que amontoamos e depois esventramos
Para fazer rir os convidados
Em cada decenal o cheiro da cola de Cleópatra
E a das nossas máscaras de gesso
Memórias do primário
Pelo Dia do Pai
A caneta de quatro cores
Emprestas-me a tua borracha?
um ditado de palavras
Estás no quadro.
Dá a moral de um yoyo
As cores de uma bola mágica
A garganta cheia de tampas
Nunca ser preum's in the bungee
No dia em que o baú for reaberto
Das nossas memórias de sacos escolares
Bem, não é uma coisa má de se dizer.
Precisa de espelhos inquebráveis