Funeral Suits — Colour Fade letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Colour Fade" de Funeral Suits.

Letra

Too bleed like a flower on the side of the road
I want the eyes of academy
To sink in the courage of a man and his boat
I’d need to leaf through eternity
To hold up the holly yeah
To sit under the trees, You know
Duh duh duh duh duh duh duh
To drill into my lobes and hang the shards of our regards
I’d have a meal put in front of me Teach me how to feel
and how to scream and recreate
If I could swarm in victorious
I’m blowing to the wind
And feel the colour kicking in I need that sellable stretchable coat
To stand and draw my sword
And cast me in to wage a war
I shed my skin on the timber shade
To pull it all apart
And dance in circles round the start
Toward the eyes wipe the prize away
Through the ghost of fire we flow
Over hills and highs we know
Hold me now
Hold me now
To blame it on the stars
Is not to blink to mirror sin
To know that they’ll never fade away
To breed upon the glass
And trace the hole that I fell in I feel the particles accumulate
What are we gonna do?
What are we gonna say?
What are we gonna do?
What are we gonna say?
I’m a machine
I’m a machine
Oh I’m a machine
Oh I’m a machine
I’m a machine
That sends the colour to your head
A machine that sends the colour to your heart
A machine that sends the colour to you.

Tradução da letra

Demasiado sangra como uma flor na berma da estrada
Quero os olhos da Academia
Afundar-se na coragem de um homem e do seu barco
Preciso de folhear a eternidade
Para segurar o azevinho
Sentar-me debaixo das árvores, sabes?
Duh duh duh duh duh duh duh
Para perfurar os meus lóbulos e pendurar os fragmentos dos nossos cumprimentos
Eu comia uma refeição à minha frente E ensinava-me a sentir
e como gritar e recriar
Se eu pudesse enxamear-me vitorioso
Estou a soprar para o vento
E sentir a cor a bater preciso daquele casaco elástico vendável
Para ficar de pé e desembainhar a minha espada
E meter-me numa guerra
Derramei a minha pele na sombra da madeira
Para separar tudo
And dance in circles round the start
Em direcção aos olhos limpe o prémio
Através do fantasma do fogo fluimos
Sobre colinas e altos que conhecemos
Abraça-me agora.
Abraça-me agora.
Para culpar as estrelas
É não piscar para espelhar o pecado
Para saber que nunca desaparecerão
Para procriar sobre o vidro
E trace o buraco em que caí sinto que as partículas se acumulam
O que vamos fazer?
O que vamos dizer?
O que vamos fazer?
O que vamos dizer?
Sou uma máquina.
Sou uma máquina.
Sou uma máquina.
Sou uma máquina.
Sou uma máquina.
Isso envia a cor para a tua cabeça
Uma máquina que envia a cor para o teu coração
Uma máquina que te envia a cor.