Fucked Up — Glass Boys letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Glass Boys" de Fucked Up.

Letra

When glass turns to stone
The shine turns to coal
When fast becomes slow
Glass boy
I was the source
Now I’m the decay
Just fading away
Glass boy
If you touch me, I’ll shatter
Like a statue, I’m fragile
Just a whisper
you could hear me if I mattered
I was wild like a wave
Now I’m fixed into place
On the sand ans I’m scared of the tide
Where did I used to go before I went nowhere?
What did I used to do before I did nothing?
What did I used to have before I had nothing?
Who did i used to be before I was no one?
Pretend the kids are strange
But it was me who has changed
I wish I could go back
Glass boy
I’m afraid to grow up And fuck my life up So I sit and just turn to Glass boy
I wore out my grooves, I’m just a faded tune
Not an echo boom, but just a whimper
I spun for too long and now my sound is gone
You couldn’t play me if you wanted
Where did I used to go before I went nowhere?
What did I used to do before I did nothing?
What did I used to have before I had nothing?
Who did i used to be before I was no one?
The sand fills the glass
With all the hours in the past
In the air now, for someone to get back
A million little stones
Put to fire, put to sound
Make the man you see and the one you will become
There’s a tunnel at the end
of the light where you will find me There’s a darkness at the end
of the night that conceals me
I’m a glass boy, I’m a glass boy
I’m so scared boy, but I’m ready
So replace me, just erase me Let me sit here
And shine
Where did I used to go before I went nowhere?
What did I used to do before I did nothing?
What did I used to have before I had nothing?
Who did i used to be before I was no one?
(Thanks to Leandro Souza for these lyrics)

Tradução da letra

Quando o vidro se transforma em pedra
O brilho transforma-se em carvão
Quando o rápido se torna lento
Rapaz de vidro
Eu era a fonte.
Agora sou a decadência
A desvanecer-se
Rapaz de vidro
Se me tocares, parto-te todo.
Como uma estátua, sou frágil
Apenas um sussurro
podias ouvir-me se eu importasse
Eu era selvagem como uma onda
Agora estou fixado no lugar
Na areia tenho medo da maré
Para onde costumava ir antes de ir a lado nenhum?
O que fazia antes de não fazer nada?
O que é que eu tinha antes de não ter nada?
Quem era eu antes de não ser ninguém?
Finge que os miúdos são estranhos.
Mas fui eu que mudei.
Quem me dera poder voltar
Rapaz de vidro
Tenho medo de crescer e foder a minha vida, por isso sento-me e transformo-me num rapaz de vidro.
Esgotei os meus sulcos, sou apenas uma melodia desbotada
Não um eco, mas apenas um gemido.
Fi-lo por muito tempo e agora o meu som desapareceu.
Não podias brincar comigo se quisesses.
Para onde costumava ir antes de ir a lado nenhum?
O que fazia antes de não fazer nada?
O que é que eu tinha antes de não ter nada?
Quem era eu antes de não ser ninguém?
A areia enche o vidro
Com todas as horas do passado
No ar agora, para alguém voltar
Um milhão de pedrinhas
Põe fogo, põe som
Faça o homem que você vê e o que você vai se tornar
Há um túnel no fim.
da luz onde me encontrarás há uma escuridão no fim
da noite que me esconde
Sou um rapaz de vidro, sou um rapaz de vidro
Estou tão assustado rapaz, mas estou pronto
Então substitui-me, apaga-me deixa-me sentar aqui
E brilhar
Para onde costumava ir antes de ir a lado nenhum?
O que fazia antes de não fazer nada?
O que é que eu tinha antes de não ter nada?
Quem era eu antes de não ser ninguém?
(Obrigado a Leandro Souza por estas letras)