From First To Last — 2 11 letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "2 11" de From First To Last.

Letra

There’s something eating at the man,
He’s a slave to the sound,
The puppeteers fly high above the ground,
No heart, the beast took its toll,
The corporation pumping black in his soul,
Their eyes gouged by the lack of information,
But sooner or later you’ll see.
Their eyes gouged by the lack of information,
But sooner or later you’ll see.
Fuck you, what did we do?
We’re the machine in our own mess,
Oh no, where did we go?
Running the fortress,
I say we set this top ablaze
And star it over.
I’d like to tear this temple down,
And I watch the crumbling stone
Smash skulls, I’ll turn this bloody mess
Into my home
No heart, the beast took its toll,
The corporation pumping black in his soul,
Their eyes gouged by the lack of information.
Come on!
Fuck you, what did we do?
We’re the machine in our own mess,
Oh no, where did we go?
Running the fortress,
I say we set this top ablaze
And star it over.
There’s something living in the man,
And he fights for the sound,
Your corporate bullshit lies beneath
The cemetery ground.
Fuck you, what did we do?
We’re the machine in our own mess,
Oh no, where did we go?
Running the fortress,
I say we set this top ablaze
And star it over.

Tradução da letra

Há algo a comer no homem.,
Ele é um escravo do som,
Os Marionetas voam acima do solo,
Sem coração, A besta teve o seu preço.,
A corporação bombeando preto em sua alma,
Os seus olhos arrancados pela falta de informação,
Mas mais cedo ou mais tarde vais ver.
Os seus olhos arrancados pela falta de informação,
Mas mais cedo ou mais tarde vais ver.
Vai-te foder, o que fizemos?
Somos a máquina na nossa própria confusão,
Não, para onde fomos?
Correndo a fortaleza,
Acho que devíamos incendiar isto tudo.
E encará-lo.
Gostava de deitar este templo abaixo.,
E vejo a pedra a desmoronar
Esmaguem os crânios, vou transformar esta porcaria
Para a minha casa
Sem coração, A besta teve o seu preço.,
A corporação bombeando preto em sua alma,
Os olhos arrancados pela falta de informação.
Vamos!
Vai-te foder, o que fizemos?
Somos a máquina na nossa própria confusão,
Não, para onde fomos?
Correndo a fortaleza,
Acho que devíamos incendiar isto tudo.
E encará-lo.
Há algo a viver no homem,
E ele luta pelo som,
As tuas tretas corporativas estão por baixo.
No cemitério.
Vai-te foder, o que fizemos?
Somos a máquina na nossa própria confusão,
Não, para onde fomos?
Correndo a fortaleza,
Acho que devíamos incendiar isto tudo.
E encará-lo.