Fred — Marque page letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Marque page" de Fred.
Letra
Voyez ces deux amants
Leur peau
Comme elle transpire
Dans une voiture au bord de l’eau
Transition
A la pause après midi
Il n’y a de destin
Que je ne tutoie pas
Ni de fatalité
Rien ne s’accroche à moi
Sitôt les dès jetés
Je ne suis plus là
F à la courte paille
Mon feu y fait escale
Ah ce n’est pas tous les jours
Que l’on prend le diable par la queue
Et le bonheur par les cornes
Ah ce n’est pas tous les jours
Que la fraîcheur vous abîme
Dire qu’il suffit d’une robe
Me voilà décidé Prêt à tout mais seul
L’orgueil a Vanité
La poudre que j’ai dans l’oeil
De la nuque aux sabots
Dans mon sang mes humeurs
Sortez moi du fourreau
Je sens b qu’il est l’heure
Ah ce n’est pas tous les jours
Que l’on tient le diable par la queue Et le bonhomme par les cornes
Ah ce n’est pas tous les jours
Que la fraîcheur vous habite
A qui le tour j’offre des cornes
A genoux je m'écorne
A sa porte je me colle
Au retour de voyage
Sur le flan je m’affale
Quatre pattes dans un box
Affamé mais léger
A genoux verre pilé
Debout mais sonné
Il n’y a de destin
Que je ne tutoie pas
Ni de fatalité
Rien ne s’accroche à moi
Sitôt les dès jetés
Je ne suis plus là
Et à la courte paille
Mon feu y fait escale
II n’y a de destin
Que je ne tutoie pas
Ni de fatalité
Rien ne s’accroche à moi
Sitôt les dès jetés
Je ne suis plus là
Et à la courte paille
Mon feu y fait escale
C’est selon son humeur
Voyez ces deux amants
Leur peau
Comme elle transpire
Dans une voiture au bord de l’eau
a la pause après midi
parce qu’on ne quitte
Pas de sitot
Sa grande maison
Son petit mari
Tradução da letra
Vejam estes dois amantes
A sua pele
Enquanto ela transpira
Num carro junto à água
Transicao
No intervalo da tarde
Não há Destino
Que não estou a dar explicações
Nem da fatalidade
Nada me agarra
Assim que forem descartadas
Já não estou aqui.
F palha curta
O meu fogo pára lá.
Não é todos os dias.
Que levamos o diabo pela cauda
E a felicidade pelos cornos
Não é todos os dias.
Deixa a frescura estragar-te
Diga que é o suficiente para um vestido
Aqui estou pronto para tudo menos sozinho
O orgulho tem vaidade
O pó no meu olho
Desde a nuca até aos cascos
No meu sangue os meus humores
Tira-me da bainha.
Eu sinto b que está na hora
Não é todos os dias.
Que o diabo seja agarrado pela cauda e o homem pelos chifres
Não é todos os dias.
Deixa a frescura habitar em ti
A quem eu ofereço cornos
De joelhos Esfolo-me
À porta dele eu fico
No regresso da viagem
No flan I slouch
Quatro pernas numa caixa
Faminto mas leve
Vidro esmagado ajoelhado
De pé mas a tocar
Não há Destino
Que não estou a dar explicações
Nem da fatalidade
Nada me agarra
Assim que forem descartadas
Já não estou aqui.
E à palha curta
O meu fogo pára lá.
Não há Destino
Que não estou a dar explicações
Nem da fatalidade
Nada me agarra
Assim que forem descartadas
Já não estou aqui.
E à palha curta
O meu fogo pára lá.
Está de acordo com o humor dele.
Vejam estes dois amantes
A sua pele
Enquanto ela transpira
Num carro junto à água
no intervalo da tarde
porque nunca nos vamos embora
Sem sitot
A sua grande casa
O seu pequeno marido.