Francis Cabrel — Lisa letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Lisa" de Francis Cabrel.

Letra

LISA nos barques en papier
Dans le grand bassin bleu
Tes premiers pinceaux de noir pour les yeux
Tu disais souvent «on vivra ailleurs «Je courais me cacher
Quand je voulais que tu pleures
Quelques hommes jouent encore
Comme des enfants cruels
Ce soir Odessa s’endort sous le ciel
LISA c’est partout les mêmes
Les fumées des avions
T’es juste du mauvais côté de l’horizon
Les seuls trains qui partent
Sont des trains de banlieue
T’as beau tendre tes mains
Y’a tout ce vide au milieu
Et tes chansons retombent
Aux pianos des hôtels
Pendant qu’Odessa s’endort sous le ciel
Il ne reste que le nom que tu portes
J’imagine le son de ta voix
Un beau jour c’est certain tu t’envoleras
LISA des soldats surveillent
Les camions de courrier
Tes mots en reviennent tout déshabillés…
Quelques hommes jouent encore
Comme des enfants cruels
Sans doute Odessa s’endort sous le ciel
Il me reste le nom que tu portes
J’imagine le son de ta voix
Un beau jour c’est certain tu t’envoleras
LISA, accrochée aux ailes
Des oiseaux dissidents

Tradução da letra

LISA os nossos barcos de papel
Na Grande Bacia azul
Os teus primeiros pincéis Negros
Costumavas dizer: "Vamos viver noutro sítio."
Quando queria que chorasses
Alguns homens ainda jogam
Como crianças cruéis
Esta noite Odessa adormece sob o céu
LISA está em todo o lado igual
Fumos de aeronaves
Estás do lado errado do horizonte.
Os únicos comboios que partem
São comboios suburbanos
Mais vale estenderes as mãos
Há todo este vazio no meio
E as tuas canções recuam
No hotel pianos
Enquanto Odessa adormece sob o céu
Tudo o que resta é o nome que estás a usar.
Posso imaginar o som da tua voz
Um belo dia de certeza que voarás
Os soldados da LISA vigiam.
Camiões-correio
As tuas palavras voltam despidas…
Alguns homens ainda jogam
Como crianças cruéis
Sem dúvida Odessa adormece sob o céu
Ainda tenho o nome que estás a usar.
Posso imaginar o som da tua voz
Um belo dia de certeza que voarás
LISA, agarrada às asas
Aves dissidentes