Francis Cabrel — Carte postale letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Carte postale" de Francis Cabrel.
Letra
Allumes les postes de télvision
Verrouilles les portes des conversations
Oublis les dames et les jeux de cartes
Endormies les fermes quand les jeunes partent
Brises les lumières des ruelles en fête
Refroidi le vin brulant les assiettes
Emports les mots des serveuses aimables
Et disparus les chiens jouant sous les tables
Déchires les nappes des soires de noce
Oublies les fables du sommeil des gosses
Arrêtes les valses des derniers jupons
Et les fausses notes des accordons
C’est un hameau perdu sous les toiles
Avec de vieux rideaux pendus des fentres sales
Et sur le vieux buffet sous la poussière grise
Il reste une carte postale
Goudronnes les pierres des chemins tranquilles
Relèves les herbes des endroits fragiles
Désertes les places des belles foraines
Assèches les traces de l’eau des fontaines
Oublies les phrases sacres des grand-pres
Aux tres des grandes chemines de pierre
Envols les rires des nuits de moissons
Et allumes les postes de tlvision
C’est un hameau perdu sous les toiles
Avec de vieux rideaux pendus des fentres sales
Et sur le vieux buffet sous la poussire grise
Il y reste une carte postale
Envoles les robes des belles promises
Les ailes des grillons, les paniers de cerises
Oublis les rires des nuits de moissons
Et allumes les postes de tlvision
Tradução da letra
Liga as estações de televisão.
Tranquem as portas das conversas
Esquecer as damas e os jogos de cartas
As fazendas adormecem quando os jovens saem
Parte as luzes dos becos em celebração
Pratos queimados de vinho arrefecidos
Tira as palavras do tipo de empregada de mesa
E foram-se os cães a brincar debaixo das mesas
Rasga as toalhas das festas de casamento
Esquece as fábulas do Sono Dos Miúdos.
Parem as valsas das últimas petticoats
E as notas falsas dos acordeões
É uma aldeia perdida sob as telas.
Com cortinas velhas Penduradas fendas sujas
E no velho buffet debaixo do pó cinzento
Continua a ser um Postal.
Tar as pedras dos caminhos silenciosos
Gramíneas de lugares frágeis
Desertaram os belos parques de diversões
Seca vestígios de água de fontes
Esquece as frases sagradas do grande pres.
À beira das grandes chaminés de pedra
Voa para longe o riso das noites de colheita
E liguem as estações tlvision.
É uma aldeia perdida sob as telas.
Com cortinas velhas Penduradas fendas sujas
E no velho buffet debaixo do pó cinzento
Sobrou um Postal
Voa os vestidos das belas noivas
As asas dos grilos, os cestos das cerejas
Esquece o riso das noites de colheita
E liguem as estações tlvision.