Francesco Paura — Automi letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Automi" de Francesco Paura.
Letra
Yeah! Yeah!
Yeah! Yeah!
Yeah! Yeah!
Yeah! Yeah!
Sanno già i nomi ma non cantano!
Fanno gli automi e non cambiano!
Scheletri nell’armadio merda dalle radio
Feriti e morti fuori dagli stadio
Crisi di Stato il viso segnato di chi si è dato
Divisi dalle divise corte d’assise
Corto circuito parto d’intuito ho il fiato corto
Attento come i cani all’aeroporto
Nero non a caso sangue per il naso meglio se rincaso
Meglio se rincaro come la benzina
Pronto per l’espatrio sopra una banchina
L’organo di stato sopra una bambina
Poche banconote messe lì in vetrina
Geni sconosciuti scemi in copertina
A saperlo prima sarei andato via
Senza medicina per la malattia
Ma non lo rimpiango
Nato negli anni di piombo fino a questi anni di fango!
Sanno già i nomi ma non cantano!
Fanno gli automi e non cambiano!
Uno striscione dice fuck you troppi déjà-vu
Rabbia quando passano le auto blu
L’hai voluta tu la bicicletta mò pedala
Zero sigaretta fumano i bengala
Chi fa il professore? Ben Gazzara
Bella cazzata gente incazzata cene di gala
Cosa c'è nell’aria? pulviscolo da urna ceneraria
Urla gente temeraria
Alcuni vanno avanti e le prendono
Altri fanno i santi e si vendono
Culi messi all’asta Natale con la casta basta!
Bastardi puntano traguardi cazzo guardi?
Cazzo parli? tu che pensi solo all’apparenza
Chi ostenta ti è andata male ritenta
Interinale lavoro poco decoro poco
Poca saggezza pochezza generale!
Sanno già i nomi ma non cantano!
Fanno gli automi e non cambiano!
Ci viviamo un’epoca strana
Vedi che la gente si sbrana!
Tradução da letra
Sim! Sim!
Sim! Sim!
Sim! Sim!
Sim! Sim!
Eles já sabem os nomes, mas não cantam!
Eles fazem autômatos e não mudam!
Esqueletos no armário merda de rádios
Feridos e mortos fora dos estádios
Crise de Estado o rosto marcado daqueles que se entregaram
Dividido pelos uniformes da Corte De Assis
Curto-circuito de entrega da intuição tenho uma respiração curta
Cuidado como cães no aeroporto
Preto Não sangue aleatoriamente para o nariz melhor se corado
Melhor se eu levantar como gasolina
Pronto para expatriar num cais
O órgão estatal sobre uma menina
Algumas notas colocadas na janela
Génios desconhecidos estúpidos na capa
Teria saído antes de saber.
Sem medicamentos para a doença
Mas não me arrependo.
Nascido nos anos de chumbo até estes anos de lama!
Eles já sabem os nomes, mas não cantam!
Eles fazem autômatos e não mudam!
Um cartaz diz: "vai-te foder, déjà-vu"
Raiva quando os carros azuis passam
Querias que a bicicleta pedalasse?
Nada de bengalas de fumo de cigarro
Quem é o professor? Ben Gazzara
As pessoas chateiam-se com jantares de gala.
O que está no ar? pó de Urna de cinzas
Gritando pessoas imprudentes
Alguns podem ir em frente e levá-los
Outros fazem Santos e vendem-se a si mesmos
Os idiotas leiloaram o Natal com a casta o suficiente!
Os sacanas apontam para objectivos?
Estás a falar? tu que só pensas na aparência
Quem Te insulta, enganou-se, retenta.
Trabalho temporário pequeno decoro pequeno
Um pouco de sabedoria geral!
Eles já sabem os nomes, mas não cantam!
Eles fazem autômatos e não mudam!
Vivemos numa era estranha.
Vês pessoas a embebedarem-se!