Forraje — Vivo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Vivo" de Forraje.
Letra
Oye niña
Te escribo esta canción más borracho que una burra
Que no me salía nada pa cantarte con dulzura
Y creí que así, tal vez, tus reproches y mis dudas
Envueltos en papel
Me los iba a fumar como si fuera costo del rico
Que tú lo basas todo en darle mucho al pico
Y yo, vaya Romeo
Soñando con Julieta, colocado, y si la veo
Empapo mi bragueta y me la seca el sol
Después de recitarle un poema de Kutxi Romero
No le quedaron más tetas que quitarse el sombrero
Y creí que el camino ya estaba asfaltao pa mi
Y yo, volviéndome loco
De tanto preguntarle a la lluvia de otoño
¿Por qué siempre me encoño
De aquellos putos moños
Que no están peinaos pa mi?
Vivo maleando mi camino;
Vivo pervirtiendo mi destino
Y a deshojar margaritas
Para ver si me quiere
Me he puesto a contar estrellitas
Y que no se me entere
Del bajón que me ha dao
Y a recordar sus visitas
Las que nunca me hizo
Y aquellos dolores de tripa
Que me entraban de golpe
Si miraba al pasar
Vivo maleando mi camino;
Vivo pervirtiendo mi destino
Tradução da letra
Ei miúda
Escrevo Te esta canção mais bêbado que uma burra
Que não saía nada pra te cantar com doçura
E pensei que assim, Talvez, as tuas censuras e as minhas dúvidas
Embrulhados em papel
Eu ia fumar como se fosse o custo do rico
Que você baseia tudo em dar muito ao bico
E eu, que Romeu
Sonhando com Julieta, colocado, e se eu vê-la
Embebo a minha braguilha e seca me o sol
Depois de recitar um poema de Kutxi Romero
Não lhe restaram mais Mamas do que tirar o chapéu
E eu pensei que a estrada já estava asfaltao pa mi
E eu a enlouquecer
De tanto perguntar a chuva de outono
Porque é que me encaixo sempre
Daqueles sacanas
Que não estão penteados para mim?
Eu vivo a estragar o meu caminho;
Vivo pervertendo o meu destino
E a desfazer margaritas
Para ver se me ama
Comecei a contar estrelinhas
E que não saiba
Do baixo que me deu
E lembrar de suas visitas
As que nunca me fez
E aquelas dores de barriga
Que me entravam de repente
Se olhasse ao passar
Eu vivo a estragar o meu caminho;
Vivo pervertendo o meu destino