Fondo Flamenco — Tus Muletas letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Tus Muletas" de Fondo Flamenco.
Letra
Deja que sea tus muletas, tu amuleto un buen recuerdo
Unido entre besos, chispa de tus deseos
Puro sentimiento, quiero y sé que puedo
La cuerda que te saca siempre de ese agujero, la oreja que te escucha
Cuando tu boca echa fuego
Quiero ser tus buenas noches y esos montones de sueños que enredan tus
sentimientos
No tengas prisa ninguna, yo te regalo mi tiempo
Que yo corto las rejas que te ponga el carcelero
Y te regalo mis alas pa' que vueles muy lejos
Tu ultimo pensamiento y también el primero, quiero ser tu silencio
Y tu grito a destiempo
Esos días tan malos que tienen todos los meses
Ese calor de verano de Sevilla en noviembre
Ese sudor en tus manos cuando te secas la frente
Un ángel siempre a tu lado tu futuro y presente
Quiero ser esa sonrisa en tu cara que parece que está dibujada
Una gota de agua corriendo por tu espalda
El suelo que tu pisas y el techo de tu casa
La cara que se te pone cuando estas agobiada
Rímel en tus pestañas, el surco de tus lágrimas
Quiero ser tu universo y esos montones de sueños que enredan tus sentimientos
No tengas prisa ninguna, yo te regalo mi tiempo
Que yo corto las rejas que te ponga el carcelero
Y te regalo mis alas pa' que vueles muy lejos
Tu ultimo pensamiento y tazmbien el primero, quiero ser tu silencio
Y tu grito a destiempo
Esos días tan malos que tienen todos los meses
Ese calor de verano de Sevilla en noviembre
Ese sudor en tus manos cuando te secas la frente
Un ángel siempre a tu lado tu futuro y presente
Esos días tan malos que tienen todos los meses
Ese calor de verano de Sevilla en noviembre
Ese sudor en tus manos cuando te secas la frente
Un ángel siempre a tu lado tu futuro y presente
Tu último pensamiento y tazmbien el primero, quiero ser tu silencio
Y tu grito a destiempo
Tradução da letra
Deixe-o ser suas muletas, seu amuleto uma boa lembrança
Unido entre beijos, faísca de seus desejos
Puro sentimento, eu quero e sei que posso
A corda que te tira sempre daquele buraco, a orelha que te ouve
Quando a tua boca lançar fogo
Quero ser a tua boa noite e aqueles montes de sonhos que te enredam
sentimentos
Não tenhas pressa nenhuma, eu ofereço-te o meu tempo
Que eu corte as grades que te ponha o carcereiro
E eu ofereço-te as minhas asas para voares para longe
Seu último pensamento e também o primeiro, quero ser seu silêncio
E o teu grito inoportuno
Aqueles dias tão ruins que eles têm todos os meses
Esse calor de verão de Sevilha, em novembro
Esse suor em suas mãos quando você seca sua testa
Um anjo sempre ao seu lado seu futuro e presente
Quero ser aquele sorriso na tua cara que parece estar desenhado
Uma gota de água correndo pelas costas
O chão que você pisa e o teto da sua casa
A cara que te fica quando estás sobrecarregada
Rímel em seus cílios, o sulco de suas lágrimas
Eu quero ser seu universo e aqueles montes de sonhos que envolvem seus sentimentos
Não tenhas pressa nenhuma, eu ofereço-te o meu tempo
Que eu corte as grades que te ponha o carcereiro
E eu ofereço-te as minhas asas para voares para longe
Seu último pensamento e tazmbem o primeiro, quero ser seu silêncio
E o teu grito inoportuno
Aqueles dias tão ruins que eles têm todos os meses
Esse calor de verão de Sevilha, em novembro
Esse suor em suas mãos quando você seca sua testa
Um anjo sempre ao seu lado seu futuro e presente
Aqueles dias tão ruins que eles têm todos os meses
Esse calor de verão de Sevilha, em novembro
Esse suor em suas mãos quando você seca sua testa
Um anjo sempre ao seu lado seu futuro e presente
Seu último pensamento e tazmbem o primeiro, eu quero ser seu silêncio
E o teu grito inoportuno