Fondlecorpse — The Hermit letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Hermit" de Fondlecorpse.
Letra
As I sit in the darkness
I stare into the fire
Life is slipping through my hands
Loss of all desires
In misery forlorn
As my eyes dissect
All the deceit
The chasm that which is my soul
Spews forth the blackest of bile
Eons of betrayal
I see in a world of the blind
Lies are revealed
Nothing can be hidden from me
I play the fool, I do it well
I weave the strands of fate
Entangled with my hate
My lonely screams are unheard, forever
Suffering eternal
I leave you all my wrath
The dream has died
The pain exposed for all to see
Body grinds to a halt
Strands of hair come undone
I look at my feeble hands
Where has it all gone
Surrounded by my riches
Meaningless artifacts of the past
Unable to stop the looming end
Vile realities burn my sight
As all I held dear crumbles to dust before my eyes
In darkness and loneliness he shall dwell, dwell alone
Regrets I have naught
For none I have respect
Until death I bow to none
Hatred warms my cold heart 'till the end
My minions shall destroy
Those who got away
Fiery eyes burn with hate and desire
He walks the path
Where solitude is his companion
In silence he exacts his revenge
My victories are bitter sweet
My eulogy shall be brief
In darkness to ponder
In death to live forever!
My path before me
The clouds now lift
Cold ageless eyes stare
The end, it is here
Tradução da letra
Enquanto me sento na escuridão
Eu olho para o fogo
A vida está a escorregar-me pelas mãos
Perda de todos os desejos
Na miséria
Enquanto os meus olhos dissecam
Todo o engano
O abismo que é a minha alma
Lança o mais negro da bílis
Milhares de anos de traição
Vejo num mundo de Cegos
Mentiras são reveladas
Nada pode ser escondido de mim
Faço-me de parvo, faço-o bem
Eu Teco os fios do Destino
Enredado com o meu ódio
Os meus gritos Solitários são inauditos, para sempre
Sofrimento eterno
Deixo-te toda a minha ira
O sonho morreu
A dor exposta para todos verem
O corpo pára
Fios de cabelo desfeitos
Olho para as minhas mãos débeis
Para onde foi tudo
Rodeado pelas minhas riquezas
Artefactos sem sentido do passado
Incapaz de parar o fim iminente
Vil realidades queimam a minha visão
Como tudo o que eu segurava querido cai ao pó diante dos meus olhos
Na escuridão e na solidão Ele habitará, habitará sozinho
Arrependimentos Não tenho nada
Porque não tenho respeito
Até que a morte me ajoelhe perante ninguém
O ódio aquece o meu coração frio até ao fim
Os meus lacaios destruirão
Aqueles que escaparam
Olhos ardentes ardem com ódio e desejo
Ele caminha pelo caminho
Onde a solidão é a sua companheira
Em silêncio, ele exige a sua vingança.
As minhas vitórias são amargas
O meu elogio fúnebre será breve.
Na escuridão para ponderar
Na morte para viver para sempre!
O meu caminho diante de mim
As nuvens levantam-se
Olhos frios e sem idade a olhar
O fim, está aqui