Fjoergyn — Betonlethargie letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Betonlethargie" de Fjoergyn.
Letra
Strassen biegen sich,
fliessen durch den Dunst aus Licht.
Das Bild trügt, scheint verlogen,
denn real, das ist es nicht.
Mein Wort stösst an das müde Flimmern.
Der Laternen kalter Schein,
in Rot getaucht die Wirklichkeit.
Das Dunkel sollte dunkler sein,
die Reflektion erstickt im Stein,
in einem Abbild uns’res Lebens,
in der Fiktion von Harmonie,
im Neonlicht des Strassenlebens,
im roten Teppich der Tristesse,
der sich durch die Gassen zieht
und am Beton empor gewachsen,
sich in alle Kammern flieht.
Die Lethargie schwebt in der Luft
und alles scheint befallen.
Nur der Beton steht wo er wuchs,
mit seinen starren Krallen,
tief im Erdreich eingegraben,
alle Farbe aus ihm zehrend
und der Phantasie im Geiste,
den Weg in diese Stadt versperrend.
Atme schwer den Staub vom Boden,
in die Lunge, in das Blut.
Gestank von faulen Tierkadavern,
den Duft vom Ende allen Muts.
Atme schwer den sauren Regen,
der sich auf die Stadt ergiesst
und in einem kleinen Strome
direkt ins letzte Erdreich fliesst.
Auf dass der Boden sich vergifte
und ein neues Steingeschwür
aus ihm wachsen, blühen möge,
eh das Grün den Grund berührt.
Auf dass diese Fiktion von Leben
ewig in den Köpfen thront,
und den Menschen für sein Werk
mit kargem Grau im Grau belohnt.
Tradução da letra
Streets bend,
fluindo através da névoa da luz.
O quadro é enganador, parece falso.,
porque real, não é isso.
A minha palavra vem para o fulgor cansado.
Das lanternas que brilham,
a realidade mergulhou de vermelho.
A escuridão deve ser mais escura ,
o reflexo sufoca na pedra,
numa imagem da nossa vida,
na ficção da harmonia,
na luz de néon da vida de rua,
no tapete vermelho de Tristesse,
correndo pelas ruas
e cresceu no cimento,
foge para todas as câmaras.
A letargia flutua no ar
e tudo parece infestado.
Só o concreto está onde cresceu.,
com as suas garras rígidas,
enterrado bem fundo no chão,
a consumir toda a cor a partir dela
e imaginação em espírito,
a bloquear o caminho para esta cidade.
Respirem pesadamente a poeira do chão,
para os pulmões, para o sangue.
Fedor a carcaças podres,
o cheiro do fim de toda a coragem.
Respira fundo a chuva ácida,
derramando sobre a cidade
e num pequeno riacho
flui diretamente para o último solo.
Que o solo possa envenenar-se a si próprio
e uma nova úlcera de pedra
Que cresça, que floresça,
o verde toca o chão.
Que esta ficção da vida
eternamente entronizado nas mentes,
e o ser humano pelo seu trabalho
recompensado com cinza estéril em cinza.