Fito Y Los Fitipaldis — Antes de que cuente diez letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Antes de que cuente diez" de Fito Y Los Fitipaldis.
Letra
Puedo escribir y no disimular
es la ventaja de irse haciendo viejo
no tengo nada para impresionar
ni por fuera ni por dentro.
La noche en vela va cruzando el mar
porque los sueños viajan con el viento
y en mi ventana sopla en el cristal
mira a ver si estoy despierto.
Me perdí en un cruce de palabras
me anotaron mal la dirección
ya grabé mi nombre en una bala
ya probé la carne de cañón
ya lo tengo todo controlado
y alguien dijo no, no, no, no, no que ahora viene el viento de otro lado
déjame el timón
y alguien dijo no, no, no Lo que no llegará al final
serán mis pasos, no el camino.
No ves que siempre vas detrás
cuando persigues al destino.
Siempre es la mano y no el puñal
nunca es lo que pudo haber sido
no es porque digas la verdad
es porque nunca me has mentido.
No voy a sentirme mal
si algo no me sale bien
he aprendido a derrapar
y a chocar con la pared
que la vida se nos va como el humo de ese tren
como un beso en un portal
antes de que cuente 10.
Y no volveré a sentirme extraño
aunque no me llegue a conocer
y no volveré a quererte tanto
y no volveré a dejarte de querer
dejé de volar me hundí en el barro
y entre tanto barro me encontré
algo de calor sin tus abrazos
ahora sé que nunca volveré.
Tradução da letra
Eu posso escrever e não disfarçar
é a vantagem de ir ficando velho
não tenho nada para impressionar
nem por fora nem por dentro.
A noite de vela vai atravessando o mar
porque os sonhos viajam com o vento
e na minha janela sopra no vidro
vê se estou acordado.
Perdi me num cruzamento de palavras
anotaram me mal a morada
já gravei o meu nome numa bala
já provei a carne de canhão
já tenho tudo controlado
e alguém disse Não, Não, Não, Não, Não que agora vem o vento do outro lado
deixa me no leme
e alguém disse Não, Não, Não o que não chegará ao fim
serão os meus passos, não o caminho.
Não vês que estás sempre atrás
quando perseguires o destino.
É sempre a mão e não o punhal
nunca foi o que poderia ter sido
não é por dizeres A verdade
é porque nunca me mentiste.
Não me vou sentir mal
se alguma coisa não me correr bem
aprendi a derrapar
e bater na parede
que a vida nos vai como o fumo daquele comboio
como um beijo num portal
antes que conte 10.
E nunca mais me sentirei estranho
mesmo que não me conheça
e nunca mais te vou amar tanto
e nunca mais te deixarei de querer
deixei de voar afundei me na lama
e entretanto encontrei me lamacento
um pouco de calor sem os teus abraços
agora sei que nunca mais volto.