Fiorella Mannoia — Caffè nero bollente letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Caffè nero bollente" de Fiorella Mannoia.

Letra

Ammazzo il tempo bevendo
caffe' nero bollente
in questo nido scaldato
gia' dal sole paziente
ma tu che smetti alle tre
poi torni a casa da me tu che non senti piu' niente
mi avveleni la mente
Un filo azzurro di luce
scappa dalle serrande
e cerco invano qualcosa
da inventare in mutande
un’automobile passa
e una mosca vola bassa
mi ronza gira gira
ma sbaglio la mira
Vorrei cercare qualche cosa
da fare fuori
e camminare senza orgoglio
darsi a un rubacuori
Ma io come Giuda
so vendermi nuda
la strada conosco
attirarti nel bosco
attirarti nel bosco attirarti
Voci di strada all’orecchio
tutto è poco eccitante
in questo inverno colore
caffe' nero bollente
ammazzo il tempo cosi'
ma scappero' via di qui
da questa casa galera
che mi fa prigioniera
Con gli occhi chiusi
a mille miglia per conto mio
odio la sveglia che mi sveglia
oh mio Dio
Ma io come Giuda
so vendermi nuda
da sola sul letto
mi abbraccio mi cucco
malinconico digiuno
senza nessuno
Io non ho bisogno di te perchè io non ho bisogno di te io non ho bisogno di te perchè io non ho bisogno
delle tue mani mi basto sola
E ammazzo il tempo bevendo
caffe' nero bollente
in questo nido scaldato
ormai da un sole paziente
che brucia dentro di me che è forte come il caffe'
un pomeriggio cosi'
oh no non voglio star qui
E poi mi fermo
per guardarmi un istante
le smagliature della vita
sono tante
Un ballo in cucina
e sono ancora bambina
un pranzo da sposa
e buttero' giu' qualcosa
e questa voglia che non passa
mentre dentro bussa
Io non ho bisogno di te perchè io non ho bisogno di te Io non ho bisogno di te perchè io non ho bisogno di te perchè io non ho bisogno di te perchè io non ho bisogno di te perchè io non ho bisogno di te io non ho bisogno di te

Tradução da letra

Eu mato o tempo a beber
café preto quente
neste ninho aquecido
já pelo sol paciente
mas pára às três.
depois voltas para casa e já não sentes nada.
envenenaste a minha mente.
Um fio azul de luz
escapar das persianas
e procuro algo em vão
para inventar em roupa interior
um carro passa
e uma mosca voa baixo
o meu zumbido gira
mas estou errado.
Gostaria de procurar uma coisa.
fazer
and walk without pride
entrega-te a um destruidor de corações
Mas eu como Judas
Posso vender-me nua.
a estrada que conheço
atrair-te para a floresta
atraindo-te para a floresta atraindo-te
Vozes de rua no ouvido
nem tudo é excitante.
nesta cor de Inverno
café preto quente
Eu mato o tempo assim.
mas vou fugir daqui.
desta prisão
isso faz de mim um prisioneiro.
Olhos fechados
mil milhas sozinho
Odeio o despertador que me acorda
meu Deus.
Mas eu como Judas
Posso vender-me nua.
sozinho na cama
Eu abraço-me eu deito-me
jejum melancólico
sem ninguém
Não preciso de ti porque não preciso de TI não preciso de ti porque não preciso de TI
das tuas mãos eu bastarei sozinho
E eu mato o tempo a beber
café preto quente
neste ninho aquecido
agora de um sol paciente
queimando dentro de mim que é forte como o café
uma tarde como esta
Não, Não quero estar aqui.
E depois paro
para olhar para mim por um momento
estrias de vida
há tantos.
Uma dança na cozinha
e ainda sou uma criança
um almoço de casamento
e vou deitar alguma coisa abaixo.
e este impulso que não passa
enquanto dentro bate
Não preciso de ti, porque preciso de ti, porque preciso de ti, porque preciso de ti, porque preciso de ti, porque preciso de Ti, Preciso de TI.