Finley — Il mondo che non c'è letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Il mondo che non c'è" de Finley.
Letra
Ho una valigia di speranze
Quelle di una vita intera
Forse è meglio se le lascio un po' qua
Per quando tornerò
Sogni da inseguire
Prima che poi siano loro ad inseguirmi
Quando smetto di crederci
Ho una promessa ancora buona
E sono pronto a mantenerla
A fare tutto in questa vita
Poi nell'altra si vedrà
E allora portami a ballare
Andiamo dove ti pare
Chi se ne frega di tutto ormai
Andiamo via
Verso il mondo che non c'è
Anche solo per un attimo
Sai che non ci troveranno mai
Nel mondo che non c'è
Ho una valigia di ricordi
Quelli di una vita intera
Facce che non riconosco
Facce da dimenticare
Siamo nati per errore
Siamo morti già da un pezzo
Abbiamo voglia di ballare
Siamo ancora qui a gridare
Via verso il mondo che non c'è
Anche solo per un attimo
Sai che non ci troveranno mai
Se andiamo via
Dove il mondo non c'è più
Qui non sevirà un miracolo
Vivi o morti non ci avranno mai
Il mondo che non c'è
Ho una valigia di domande
Quelle di una vita intera
Le risposte quelle no
o le cerco da una vita
Come acqua nel deserdo
Come il cielo sulla testa
Come l'aria che respiro
Come il sole all'improvviso
Andiamo via
Verso il mondo che non c'è
Anche solo per un attimo
Sai che non ci troveranno mai
Siamo qui
Dentro al mondo che non c'è
Qui non servirà un miracolo
Vivi o morti non ci avranno mai
Il mondo che non c'è
Tradução da letra
Eu tenho uma mala cheia de esperanças e Os de toda uma vida, Talvez seja melhor eu deixá-lo um pouco aqui, Para quando eu voltar em Sonhos a perseguir Antes inseguirmi Quando eu deixar de acreditar em ti, eu tenho uma promessa ainda é bom E está pronto para mantê-lo Para tornar tudo nesta vida, na outra, você vai ver E, em seguida, levar-me a dançar vamos Ir onde você quiser, Quem se preocupa com todos, agora vai sair Para o mundo que não é Mesmo só por um momento que você Sabe que nunca há No mundo não há eu tenho uma mala de lembranças, Aqueles de toda uma vida Rostos que eu não reconhece os Rostos se esqueça de que nascemos para o erro, Estamos mortos já a partir de um pedaço de Nós quer dançar ainda Estamos aqui para gritar para o mundo que não Sabe que nós nunca vamos saber Se podemos ir longe, Onde o mundo, há mais Aqui não precisa de um milagre, os Vivos ou os mortos nunca há-de ser O mundo que existe não, eu tenho uma mala cheia de perguntas, Os de toda uma vida, As respostas para aqueles que não ou a busca por uma vida de água no deserdo Como o céu sobre a cabeça, Como o ar que respiramos, Como o sol, de repente, Ir para fora, Para o mundo que não é por um momento e Saber que nunca vai encontrar aqui Estamos Dentro do mundo que não está Aqui, não precisa de um milagre Vivo ou morto, nunca há-de ser O mundo que não existe