Fernando Delgadillo — Vida y Obra de un Sujeto letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Vida y Obra de un Sujeto" de Fernando Delgadillo.

Letra

Despus de los incidentes
Que hasta aqui hemos referido
Quise decir poco mas
Del juglar de ese camino,
Para que sepa la corte
De la clase de sujetos
Que deambulan por el mundo
Con pasos largos e inquietos,
Indague entre los registros
Y entre los cobachuelistas
Que anotan y llevan cuenta de los nobles,
Y en las listas nunca haye
Entre tantos nombres
El de Bruno del Breal
Y a punto ya de olvidarle
Me haye a un tal
Brunildo Breo, hijo de un conde magnate
Y de varias provincias dueo,
Que abandono sus riquezas
Por lo que algunos opinan
Andar mal de la cabeza,
Tras de un obsesivo sueo
Dejo palacio y tesoros,
Estudio, festines y oro
Por la vida en los caminos
Queriendo ilustrar destinos
De los seres ordinarios
Y en verdad, no ocurre a diario
Que hombre con tantos dineros
Pase hambre entre los austeros
Pudiendo engordar… A varios
Pero en fin, que eso no es cosa mia
Sino de ese ser,
Que a pesar de mis pesquizas
Tiempo ha que no he vuelto a ver,
Se que dejo su castillo
En una noche de locura
Que a todos mostro la lengua
Y enseo la dentadura con sonrisa retorcida
Que a varios hizo temblar
Por parecer homicida y algo fuera de lugar
Mas dej como legado
Un cuento medio rimado
Y que ojala y que a nadie asombre
El proverbio deschabetado
Que hay en la piedra y el hombre
Fabula que se olvid
En esa noche tormentosa
Que con risa peligrosa
En su despacho escribi,
Y que antes de… Pido perdn
A cuanto animo sacuda
Pues no es critica a la propiedad privada,
Es una burla y asi dice mas o menos…

Tradução da letra

Após os incidentes
O que até aqui referimos
Quis dizer pouco mais
Do juglar desse caminho,
Para que o tribunal saiba
Da classe de sujeitos
Que vagueiam pelo mundo
Com passos longos e inquietos,
Indague entre os registros
E entre os cobachuelistas
Que marcam e levam conta dos nobres,
E nas listas nunca haye
Entre tantos nomes
O de Bruno del Breal
E prestes a esquecê lo
Me haye a um tal
Brunildo Breo, filho de um conde magnata
E de várias províncias dueo,
Que abandono as suas riquezas
Pelo que alguns pensam
Andar mal da cabeça,
Atrás de um sonho obsessivo
Deixo palácio e tesouros,
Estudo, festins e Ouro
Pela vida nos caminhos
Querendo ilustrar destinos
Dos seres comuns
E, na verdade, não acontece diariamente
Que homem com tanto dinheiro
Passe fome entre os austeros
Podendo engordar varios vários
Mas, de qualquer forma, isso não é da minha conta
Mas desse ser,
Que apesar das minhas pescarias
Há quanto tempo não voltei a ver,
Sei que deixei o seu castelo
Numa noite de loucura
Que a todos mostro a língua
E enfio a dentadura com um sorriso torcido
Que a vários fez tremer
Por parecer homicida e algo fora de lugar
Mas deixe como legado
Um conto meio rimado
E quem me dera que ninguém se assustasse
O provérbio deschabetado
O que há na pedra e no homem
Fabula que se esqueçam
Naquela noite tempestuosa
Que com riso perigoso
No seu escritório escrevi,
E que antes Pido peço perdão
Quanto eu agito sacuda
Pois não é critica a propriedade privada,
É uma zombaria e assim diz mais ou menos…