Fernando Delgadillo — Sueños del Cometa letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Sueños del Cometa" de Fernando Delgadillo.
Letra
Todo fue principio enero
Para levantar el vuelo
Así no mas, vino a pasar
El tiempo de empezar
Entre ventiscas y heladas
Vi asomado a la ventana
De una calle poco
Frecuentada por el sol
Como se marcho febrero
Que ahora ya no era el primero
De los tantos meses
Que me llevan a través
De una vida sin planes
Para después
Cuando marzo y primavera
Se compuso el tiempo afuera
Y uno siempre siente sed
Al menos de probar
Con suerte hay abril y viento, y
Se sustente un pensamiento
Libre y sin pronósticos
De volverse a nublar
Claves de todas las aves
Cosas de las mariposas
Y todo lo que clama, invita
Y va a revolotear
Cuéntame el secreto
Enséñame a volar
Semejamos papalotes
Aguantándonos los botes
Que suscita el viento
A todo el que bromea con él
Nuestra propia mano guía
Un viaje aéreo a medio día
Y vuelo sujetando felizmente
Mi cordel, en mis sueños
Del cometa de papel
Cuelgo del cielo de mayo
Que me mira de soslayo
El tiempo que, dura mi vuelo
Cosa que no se
Como no se cuanto dura
Me preocupo y no me apura
Pero, si te soy sincero
Me gusta volar
Y acunarme en las corrientes
Y sortear los de repentes
Y las buenas horas que
Me he sentido elevar
No las tiro a cambio de seguridad
Solo somos papalotes
Eludiendo los rebotes
Que nos manda el viento
A todo al que juega con él
Si tu propia mano guía un
Alto vuelo a medio día y
Vuelas sujetando
Suave y firme tu cordel
Hoy invita el viento:
¡ven y ya móntate en él!
Levantemos los cometas de papel
Tradução da letra
Tudo foi início Janeiro
Para levantar o voo
Assim não mais, veio passar
O tempo para começar
Entre nevascas e geadas
Vi a janela a espreitar
De uma rua pouco
Frequentada pelo sol
Como vai fevereiro
Que agora já não era o primeiro
Dos tantos meses
Que me levam através
De uma vida sem planos
Pára depois
Quando março e primavera
Compôs o tempo lá fora
E você sempre sente sede
Pelo menos para testar
Espero que haja abril e vento, e
Seja sustentado um pensamento
Livre e sem previsões
De voltar a nublar
Chaves para todas as aves
Coisas das borboletas
E tudo o que ele clama, convida
E vai voar
Conta-me o segredo
Ensina-me a voar
Parecemos papalotes
A segurar nos barcos
Que suscita o vento
A todos os que brincam com ele
Nossa própria mão guia
Uma viagem aérea a meio dia
E vôo segurando feliz
Meu fio, em meus sonhos
Do cometa de papel
Eu penduro do céu de maio
Que me olha de soslaio
O tempo que dura o meu voo
Coisa que eu não sei
Como não sei quanto tempo dura
Eu me preocupo e não me apressa
Mas, se eu for sincero
Eu gosto de voar
E aconchegar-me nas correntes
E contornar os de repentes
E as boas horas que
Senti me a levantar
Não as tiro em troca da segurança
Somos só papalotes
Iludindo os rebotes
Que nos manda o vento
A todos os que brincam com ele
Se sua própria mão guia um
Alto voo a meio dia e
Você voa segurando
Suave e firme seu fio
Hoje convida-o vento:
venha e monte-se nele!
Vamos levantar os cometas de papel