Fernando Delgadillo — Matutina letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Matutina" de Fernando Delgadillo.

Letra

Desviaciones De La Cancion Informal
Matutina
Oigo como llama una campana
Que a esta hora de la man~ana
Ya se fija en el reloj
Oigo al viento que sopla ligero
Y oigo un estruendoso vuelo pasjero de un vion
Oigo como pasa la vecina que canta mientras camina
Y a lo lejos un motor
Con el que imagino una ventana
Que crecio junto a mi cama
Cuando el suen~o me vencio
Oigo un perro ladrando distante
Y revoloteos constantes
De unos pajaros que estan
Siempre disputandose las ramas
Como todas las man~anas
Y anunciando que se iran
Oigo, y lo que oigo me rodea
Y oigo junto a mi la idea de que tengo que salir
A ser parte de esta algarabia
Que al menos por este dia
Todavia se deja oir
Oigo un sin fin de ruidos urbanos
Que quizas por cotidianos
Nunca llaman mi atencion
Oigo todo lo que siempre he oido
Y en la almohada oigo en latido
De mi propio corazon
Oigo todo lo que siempre he oido
Y en la almohada oigo en latido
De mi propio corazon

Tradução da letra

Desvios Da Canção Informal
Manhã
Ouço como um sino chama
Que a esta hora da man~ana
Já está fixo no relógio
Eu ouço o vento soprando claro
E eu ouço um vôo estrondoso de um vion
Ouço a vizinha a cantar enquanto caminha
E ao longe um motor
Com o qual imagino uma janela
Que cresci junto à minha cama
Quando o sonho me vencer
Eu ouço um cachorro latindo distante
E revoltas constantes
De uns pássaros que estão
Sempre a disputar os ramos
Como todas as man ~ anas
E anunciando que eles vão
Ouço, e o que ouço me rodeia
E ouço ao meu lado a ideia de que tenho de sair
Fazer parte desta confusão
Pelo menos por este dia
Ainda se deixa ouvir
Ouço um sem fim de ruídos urbanos
Talvez por todos os dias
Nunca chamam a minha atenção
Ouço tudo o que sempre ouvi
E na almofada ouço em batimentos cardíacos
Do meu próprio coração
Ouço tudo o que sempre ouvi
E na almofada ouço em batimentos cardíacos
Do meu próprio coração