Fernando Delgadillo — Llovizna letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Llovizna" de Fernando Delgadillo.
Letra
Arde la piel busca en todas tus caricias
Los encendidos arrebatos de su piel
Y las estrellas titilantes vieron fras
Angosta estela de la barca en que se fue
A veces piensas que le olvidas y te animas
Algunas otras no lo puedes resistir
Lo cierto es que el dolor te rode en sus espinas
Y tu tan slo no volviste a sonrer
Recordars otras estrellas, otros cielos
Hasta otras noches ms gratas recordars
Y entre el constante ir y venir de los recuerdos
Te va empujando la marea por donde vas
A dnde irs para escaparte de ti misma
Qu blanca arena sanar tu corazn
Yo slo s de oscuridades, de lloviznas
Luego despus de todo siempre brilla el sol
As es amar querida ma sin esperanza
Por eso el alma slo se entrega una vez
Despus la vida nos traiciona la confianza
Y uno no vuelve a ser aquello que un da fue
Y fluya el dulce melodioso de tu llanto
Suspiro y viento que agitan al corazn
Porque llorando se remiendan los quebrantos
y las alturas las heridas que ha sufrido la ilusin
Por eso el mar es el refugio de los tristes
Por eso el cielo azul no cabe en mi cancin
Esta cancin que slo quiere ser llovizna
Que se derrame venturosa, refrescando tu dolor
Recordars otras estrellas, otros cielos
Hasta otras noches ms gratas recordaras
Y entre el constante ir y venir de los recuerdos
te va empujando la marea por donde vas
A dnde irs para escaparte de ti misma
Qu blanca arena sanar tu corazn
Yo slo s de oscuridades, de lloviznas
Luego despus de todo siempre brilla el sol
Tradução da letra
Pele ardente procure em todas as suas carícias
As explosões inflamadas de sua pele
E as estrelas cintilantes viram fras
Estreito rastro do barco em que ele foi
Às vezes pensas que o esqueces e te animas
Algumas outras não resistem
A verdade é que a dor rode em seus espinhos
E tu não voltaste a sorrir
Recordars outras estrelas, outros céus
Até outras noites mais agradáveis recordars
E entre o constante ir e vir das memórias
A maré está a empurrar te para onde vais
Para dnde irs para fugir de si mesma
Qu areia branca curar seu coração
Eu slo s de obscuridades, de choviznas
Então depois de tudo o sol sempre brilha
Ás é amar querida ma sem esperança
É por isso que a alma slo é entregue uma vez
Depois a vida trai nos a confiança
E não se volta a ser aquilo que um da Foi
E flua o doce melodioso do seu choro
Suspiro e vento que agitam ao coração
Porque chorando se remendem os quebrantos
e as alturas as feridas que a ilusão sofreu
Por isso o mar é o refúgio dos infelizes
É por isso que o céu azul não se encaixa na minha canção
Esta canção que só quer ser Chuvisca
Que se derrame venturosa, refrescando sua dor
Recordars outras estrelas, outros céus
Até outras noites mais agradáveis você se lembrará
E entre o constante ir e vir das memórias
a maré está a empurrar te para onde vais
Para dnde irs para fugir de si mesma
Qu areia branca curar seu coração
Eu slo s de obscuridades, de choviznas
Então depois de tudo o sol sempre brilha