Fernando Delgadillo — Insomnio (en vivo) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Insomnio (en vivo)" de Fernando Delgadillo.

Letra

Son un delirio de fiesta tus piernas
Son otra mirada hacia ti
Que no ha dejado en paz mi mente
Y no ha llegado el día en que no intente
Llamarte la atención
Sin que te aleje mi canción
De estar más cerca que a tu lado y más presente
Y más cercano
Y mientras
Tú no te das cuenta lo que a mí
Me gustas bien considerar
Ni me rechazas, ni me ves
Qué sería de mi llamado
Si no encuentras
Nada en tu juicio airado
Y vieras en mí algo que aborrecer
No se me olvidan tus piernas
Las sigo pensando
Y no logro dormir apareciéndose ante mí
En cuanto cierro los ojos
Andan la misma secuencia de pasos
Se sientan frente a donde yo
Viendo la luz y la ve inventando contornos
Y pasan tus piernas que rebasan
Mis sueños que amenazan
Con tibias lluvias de abril
Qué cosa que tú fueras mi rosa
Que yo la mariposa
Que fecunda tu jardín
Si fuera ave y tú mi nido
Y si llegara a permitido por tu sonrisa
Tus piernas, dueñas
De esta noche eterna sin dormir
Vuelven y vuelven tus piernas
Su sola existencia
Me pone a inventar
Imaginándome el rubor de tus prados secretos
Quiero asomarme en tus ojos
Pensar otra cosa al mirarte llegar
Pero me ocurre lo mismo a cada nuevo encuentro
Amante me pierdo
Delirante al deseo de unos instantes
Que tropiezan tras de ti
Y plasmo
Con tu piel de durazno
Recetas que no alcanzo nunca a hacértelas sentir
No se me olvidan tus piernas
La imaginación las tiende a repetir
Vuelvo y revuelvo la cama en donde desperté
Y he olvidado como he de volverme a dormir

Tradução da letra

É um delírio de festa as tuas pernas
Eles são outro olhar para você
Que não me deixou em paz
E não chegou o dia em que não tente
Chamar a sua atenção
Sem te afastar da minha canção
Estar mais perto do que ao seu lado e mais presente
E mais próximo
E enquanto
Tu não sabes o que eu sei
Eu gosto bem de considerar
Nem me rejeitas, nem me vês
O que seria do meu chamado
Se você não encontrar
Nada no teu julgamento irado
E você vê em mim algo que odeia
Não me esqueço das tuas pernas
Continuo a pensar
E não consigo dormir aparecendo diante de mim
Assim que fecho os olhos
Eles andam na mesma sequência de passos
Eles se sentam na frente de onde eu
Vendo a luz e a vê inventando contornos
E passam as pernas que ultrapassam
Meus sonhos ameaçadores
Com chuvas quentes de abril
Que coisa que tu eras a minha rosa
Que eu a borboleta
Que fecunda o teu jardim
Se fosse ave E tu o meu ninho
E se fosse permitido pelo teu sorriso
As tuas pernas, proprietárias
Desta noite eterna sem dormir
As tuas pernas voltam e voltam
Sua única existência
Põe me a inventar
Imaginando o rubor de seus prados secretos
Quero olhar nos teus olhos
Pensar outra coisa ao olhar para você chegar
Mas acontece o mesmo a cada novo encontro
Amante eu perco
Delirante ao desejo de alguns instantes
Que tropeçam atrás de ti
E plasmo
Com a tua pele de pêssego
Receitas que nunca consigo fazer-te sentir
Não me esqueço das tuas pernas
A imaginação tende a repeti las
Volto e mexo a cama onde acordei
E esqueci me Como devo voltar a dormir