Fernando Delgadillo — Cancion febril letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cancion febril" de Fernando Delgadillo.

Letra

Y deja que te vea otra vez
Ya me voy a atar flores a tu pelo
Y ver la luz en tu mirada
Mientras que es invierno
Otra es la huella de tus pies
Siguiendo tu camino al lecho tibio
Que te abrazará, y no yo
Mientras te llega el sueño
Quisiera tanto y más estar contigo
En cada sonrisa y hallazgo
En cada rasgo que imagino
Te acompañan mientras yazgo aquí
Lejano hasta de mí
Recostándome sin ti
Si dejas que te vea otra vez
Déjame apartar tu pelo
Y solo respirar tu piel
Tomar tu aroma, flor de enero
Dame tus manos desde ayer
Sujétame a ti en otra temporada
Y tenme junto a ti, quizás
Si volvieras mañana
Que yo quisiera tanto arar contigo
Es un secreto de jardines
De costumbres de labriegos
¡Ah! El aroma a hierba
Tierra firme, lluvias y humedad
Que se vuelven a encontrar
Seré tu remanso inquieto y tú
Serás mi árbol querido
Y si aun oyes la voz
Que he pretendido escuchar
Tu oído mientras vuelve abril
Tenderé al viento mi canción
Febril huyendo
De añoranzas y mañanas
Que desfilan mis ventanas
De tu luz de luna que
De nuevo se me esconde
Donde no me dejan
Tantos días mirar
Quisiera jardinero ser
Que mi jardín secreto fuera así
Explorar tu huerto, un brío
Y tus frondas y floridas sendas
Si fuera yo tu abeja fiel
Tu visitante asiduo y diario
Robar néctar de tus otros labios
De flor de ciruela
Quisiera ser poeta
Para eternizarte quieta
Quisiera ser dibujante
Para ser tu amante
Trazar tres bocetos
Tuyos al finalizar
Y volvernos a empezar
Ya deja que te vea otra vez
Y hacerte un tiempo de Roma al revés

Tradução da letra

E deixa me ver te outra vez
Vou amarrar flores ao teu cabelo
E ver a luz em seu olhar
Enquanto é inverno
Outra é a pegada dos seus pés
Seguindo seu caminho para o leito quente
Que te abraçará, e não eu
Enquanto o sonho te chega
Queria tanto e mais estar contigo
Em cada sorriso e achado
Em cada traço que imagino
Eles te acompanham enquanto eu yazgo aqui
Longe até de mim
A deitar me sem ti
Se me deixares ver te outra vez
Deixa me tirar te o cabelo
E apenas respire sua pele
Tome seu perfume, flor de Janeiro
Dá me as tuas mãos desde ontem
Agarra me a ti noutra época
E tem-me ao teu lado, talvez
Se voltasses amanhã
Que eu quisesse tanto arar contigo
É um segredo de jardim
De costumes de labriegos
Ah! O cheiro a erva
Terra firme, chuvas e umidade
Que se encontram novamente
Serei o teu refúgio inquieto e tu
Serás a minha árvore querido
E se você ainda ouvir a voz
Que pretendi ouvir
Seu ouvido enquanto abril retorna
Tenderei ao vento a minha canção
Febril fugindo
De saudades e manhãs
Que desfilam as minhas janelas
Do seu luar que
Está a esconder me outra vez
Onde não me deixam
Tantos dias olhar
Gostaria jardineiro ser
Que o meu jardim secreto fosse assim
Explore sua horta, uma brio
E as tuas frondes e floridas veredas
Se eu fosse a tua abelha fiel
Seu visitante regular e diário
Roubar néctar dos teus outros lábios
De flor de ameixa
Gostava de ser poeta
Para sempre ficar quieta
Gostava de ser cartunista
Para ser seu amante
Desenhar três esboços
Seus No final
E começar de novo
Deixa me ver te outra vez
E fazer um tempo de Roma ao contrário