Fernando Delgadillo — A Tu Vuelta letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "A Tu Vuelta" de Fernando Delgadillo.

Letra

Hasta la fecha siempre hubo un mañana y Que es lo que hicimos de lo que serian
Nuestros dolientes caminos
Que esa tarde se dividian.
Hacia donde anduvimos sin buscarnos
Que limpios fueron quedando los das
Y el cielo inquieto y nocturno
Los sueos que sorprenderia.
Tu y yo tan lejos de aquellos amantes
Que a su pesar van borrando los das
Que alguna vez se alejaron distantes
Para olvidar lo que ya no serian.
Y hoy que me ha dado la suerte un camino te vuelvo a encontrar.
Te miento si digo no haber pensado
Que era posible y que sucederia
Y algo se mueve y recrea
Esta eminente escena y nos la envia.
Y me recuerda el verte tantas cosas
Que en algun sitio he dejado en suspenso
Que solamente han estado esperando
Por este momento.
Que si un da fueron tuvieron sentido
Para volver a enfrentarnos delante
Dejando atras al tiempo y sus avismos
Con sus llamadas y sus visitantes.
Para el reencuentro que hoy tengo contigo
Y en este lugar.
Yo se que siempre se sigue delante y Que nos llenamos de otros nuevos das
Y al eventual transcurrir de las tardes
Un dia vi el batir de las alas de ayer.
Ms no partio tu recuerdo incesante
Y aun me despierto al eco de tu risa
De vuelta atras donde aveces estas
Pero que hago con tanto que nunca se fue.
Si cada quien va jugando hoy su vida
Con lo que cree de lo que le ensearon
Y andamos siempre tan definitivos
Tan decididos a purificarnos.
Lo cierto es que hace unos meses me da por ponerme a esperar.
Si te lo cuento es por que estas volviendo
Amaneciendo vendras con los das
El tiempo pasa y por que no te tengo es Que solo me ha quedado tu partida.
Ayer deje de guardarte canciones
Hoy te propongo esta y me voy dejando
La puerta abierta para que a tu vuelta
No dejes de entrar… No dejes de entrar

Tradução da letra

Até à data, sempre houve um amanhã e Que é o que fizemos do que seriam
Os nossos caminhos enlutados
Que se dividam naquela tarde.
Para onde andamos sem nos procurar
Que limpos foram ficando os das
E o céu inquieto e noturno
Os sonhos que surpreenderia.
Tu e eu tão longe daqueles amantes
Que a seu pesar vão apagando os das
Que já se afastaram distantes
Para esquecer o que já não seriam.
E hoje que me deu sorte um caminho te volto a encontrar.
Estou a mentir Se disser que não pensei
Que era possível e que aconteceria
E algo se move e recria
Esta cena eminente e envia-nos.
E lembra-me ver-te tantas coisas
Que em algum lugar eu deixei em suspenso
Que só estão à espera
Por agora.
Que se um da foram fizeram sentido
Para voltar a enfrentar a nossa frente
Deixando para trás o tempo e seus avisamos
Com suas chamadas e seus visitantes.
Para o reencontro que hoje tenho contigo
E neste lugar.
Eu sei que sempre se segue à frente e que nos enchemos de outros novos das
E ao eventual transcorrer das tardes
Um dia vi o bater das asas de ontem.
Ms Eu não parti sua lembrança incessante
E ainda Acordo ao eco da tua risada
De volta para trás onde às vezes estás
Mas o que faço com tanto que nunca se foi embora.
Se cada um vai jogar sua vida hoje
Com o que acredita do que lhe ensinaram
E andamos sempre tão definitivos
Tão determinados a purificar-nos.
A verdade é que há alguns meses me dá por me pôr a esperar.
Se te contar é porque estás a voltar
Amanhecendo você virá com as das
O tempo passa e porque não te tenho é que só fiquei com a tua partida.
Ontem deixei de te guardar canções
Hoje proponho te esta e vou me embora
A porta aberta para você virar
Não pares de entrar No não pares de entrar