Fernando Delgadillo — A la Pirámide del Sol letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "A la Pirámide del Sol" de Fernando Delgadillo.

Letra

Miscellaneous
A La Piramide Del Sol
Con la estela inagotable
de aquel que siempre ha sido camino,
tu templanza quien supiera
buscarla en la lontananza vibrante de humedad
si bien ha pasado el hombre
se ha quedado el tiempo en el recuerdo
que va enredando los hechos con tu faz
no me fueras más remota
si antecedes las memorias de tu edad.
Con la fresca sobriedad de antaño
y reflexión del alma
tu pesado pesar de roca
se ha jurado nostalgia años atrás
con tanto ayer en tus tapias
ancestrales y polvosas
que de noche cuentan murmullos a la paz
cuando el campo está en silencio
tu lamento lleva el viento adonde va.
'Di coloso viejo y triste
los secretos del silencio
cuando el viento lleva eterno
los suspiros del perpetuo
condenado a soledades
cuando busca entre tus quicios
hoy vacíos y destierros
y olvidados por condena de lo reluciente y nuevo
yo te invoco y tu pasado
a ser la flor de mi verso
por la noche y la tiniebla,
por la estrella y el sendero'.
Fue cuando el tiempo
bajara cantando
y rasgando las lunas
al sol de epopeyas
y arrojó leyendas
como si sembrara
maíz en semillas y etapas en eras
ligando proezas
al cinto celeste
de muerte a la vida
de alivio a las pestes,
tú viste al hombre
tu viste la muerte
miraste al tiempo de cinto celeste, miraste…

Tradução da letra

Miscellaneous
À Piramide Do Sol
Com a esteira inesgotável
daquele que sempre foi caminho,
a tua temperança quem soubesse
procurá-la na lontanança vibrante de umidade
embora o homem tenha passado
o tempo ficou na memória
que vai enredar os factos com a tua face
não me fosses mais remota
se anteceres as memórias da tua idade.
Com a sobriedade fresca do passado
e reflexão da alma
o teu pesado pesar de rocha
ele jurou nostalgia anos atrás
com tanto ontem em suas tapias
ancestrais e poeirentas
que de noite contam murmúrios à paz
quando o campo está em silêncio
o teu lamento leva o vento aonde vai.
'Di colosso Velho e triste
os segredos do silêncio
quando o vento carrega eterno
os suspiros do perpétuo
condenado a solidão
quando você procura entre seus vícios
hoje vazios e banidos
e esquecidos por condenação do reluzente e novo
eu invoco te e o teu passado
a ser a flor do meu verso
à noite e às trevas,
pela estrela e o caminho'.
Foi quando o tempo
descerá cantando
e rasgando as luas
ao sol de épicos
e jogou lendas
como se estivesse semeando
milho em sementes e estágios em eras
ligando proezas
ao cinto celeste
da morte à vida
de alívio para as pragas,
tu viste o homem
tu viste a morte
olhaste para o cinto celeste, olhaste…